Complicações perioperatórias de cesarianas realizadas em uma instituição privada no Sul de Santa Catarina no ano de 2018

dc.contributor.advisorBiscaro, Andressa
dc.contributor.authorScheid, Maylton Grégori
dc.contributor.authorBolfe, Renan Pereira
dc.contributor.authorMadeira, Kristian
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2021-03-25T22:54:52Z
dc.date.available2021-03-25T22:54:52Z
dc.date.created2020-07
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A cesárea tornou-se a principal via de parto em instituições privadas no Brasil, com números em torno de 80%. Esta cirurgia quando bem indicada é capaz de diminuir a morbimortalidade materna e fetal, no entanto, não é isenta de riscos, principalmente quando associada a fatores como comorbidades maternas, idade gestacional, faixa etária, histórico gestacional e histórico cirúrgico. Objetivo: Conhecer a frequência de complicações perioperatórias de cesarianas realizadas em um hospital privado na região sul de Santa Catarina, no período de janeiro de 2018 a dezembro de 2018. Métodos: Estudo observacional e transversal, de abordagem quantitativa, que analisou 1319 prontuários de gestantes admitidas para realização de cesariana. As variáveis estudadas foram: idade materna, estado civil, idade gestacional, paridade, presença de comorbidades maternas, complicações perioperatórias durante o período de internação e tempo de internação hospitalar. Os dados coletados foram analisados com auxílio do software IBM Statistical Package for the Social Sciencies (SPSS) versão 21.0. Resultados: Observou-se que as pacientes em sua maioria apresentavam idade entre 20 e 35 anos (70,6%) e eram primigestas (48,2%). Entre as pacientes com mais de uma gestação, 68,5% apresentavam cesariana prévia. A média da idade gestacional foi de 38 semanas e 5 dias. Com relação às comorbidades, observou-se 7,6% de doença hipertensiva gestacional e 3,6% de diabetes mellitus gestacional. A frequência de complicações perioperatórias foi 0,3%, prevalecendo a atonia uterina com consequente hemorragia. Conclusão: Apesar de não ser uma cirurgia isenta de riscos, neste estudo a cesariana demonstrou ser bastante segura devido à baixa taxa de complicações maternas.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/7921
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectCesáreapt_BR
dc.subjectCesárea – Complicações e sequelaspt_BR
dc.subjectComorbidadespt_BR
dc.titleComplicações perioperatórias de cesarianas realizadas em uma instituição privada no Sul de Santa Catarina no ano de 2018pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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