Cartografias afetivas: em diálogo com o filme na escola

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Cartografias Afetivas: Em Diálogo Com o Filme na Escola busca, a partir do diálogo com os professores de Artes que atuam na etapa da Educação Básica - que participam do programa Arte na Escola Polo UNESC - buscou refletir sobre a exibição de Filmes Nacionais na escola, ou seja, sobre a importância de incluir obras nacionais em seu planejamento ao longo do ano letivo. A pesquisa provoca a pensar sobre a afetividade e o sensível na educação, a relação dos professores de Artes com a Lei 13.006, a exibição de Filmes Nacionais na instituição escola, e a relevância que o cinema brasileiro possui, relevância essa que atravessa toda a sua história. Com essa costura, venho propor diálogos sobre o direito da criança e do adolescente a um ensino integral, uma experiência ampla e significativa, que permita ao aluno conhecer as diversas manifestações artísticas, contemplando as suas experiências em seu processo de aprendizagem acerca de toda a etapa da sua formação na educação básica. Para alcançar uma melhor compreensão em torno do tema apresento como problema: O que os professores de Artes pensam sobre a Lei 13.006 e se esse pensamento dialoga com os direitos de aprendizagem das crianças e dos adolescentes. Para isto busco o diálogo teórico com a Base Nacional Comum Curricular (2018), Meira e Pillotto (2010), Fresquet (2017), Silveira e Silva (2016), Saviani (2016), Santos e Silva (2012), Bergala (2008), entre outros. Além de apresentar alguns clássicos do Cinema Nacional, que somam a este trabalho.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de licenciado no curso de Artes Visuais da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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