Tratamento com plasma rico em plaquetas para fotoenvelhecimento facial: ensaio clínico randomizado duplo-cego
| dc.contributor.advisor | Rocha, Luana Boeira | |
| dc.contributor.author | Wiebbelling, Larissa | |
| dc.contributor.author | Castro, Aline Alves de | |
| dc.contributor.author | Botelho, Maria Eduarda Mendes | |
| dc.contributor.author | Milioli, Maria Vítória Meller | |
| dc.contributor.author | Silveira, Paulo Cesar Lock | |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2021-09-09T21:29:15Z | |
| dc.date.available | 2021-09-09T21:29:15Z | |
| dc.date.created | 2021-07 | |
| dc.description | Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Fundamentos: o plasma rico em plaquetas (PRP) é definido como um plasma sanguíneo autólogo com concentração de plaquetas acima dos valores de base. O PRP se trata de um procedimento pouco invasivo, sem contraindicações ou risco de rejeições, mínimos efeitos adversos, além de baixo custo para a sua realização. Objetivo: analisar a eficácia de PRP para o tratamento do fotoenvelhecimento facial em mulheres selecionadas no ambulatório de dermatologia de uma universidade no Extremo Sul Catarinense. Métodos: Ensaio clínico randomizado duplo-cego, que foi realizado com duas mulheres adultas. Foram feitas quatro aplicações de PRP em dois meses e acompanhamento por quatro meses após o procedimento. A avaliação foi feita através de biópsia, fotografias e aplicação de questionário elaborado pelas pesquisadoras. Resultados: Após a aplicação do PRP, as duas pacientes perceberam melhora com o procedimento e recomendariam a intervenção a conhecidos. Todas estariam dispostas a continuar a terapia e negaram a existência de efeitos adversos. As participantes, após o estudo, foram mantidas na classificação tipo III da Escala de Rugas de Glogau. As duas tiveram redução do influxo de células inflamatórias (placebo: p=0,102; PRP: p=0,144) e de fibroblastos (placebo: p=0,102, PPR: p=0,0465). Somente a que recebeu PRP teve estímulo de angiogênese (placebo: p=0,564, PRP: p=0,066) e, além disso, nesta participante houve maior expressão de colágeno (p=0,289). Conclusão: o tratamento com PRP mostra-se uma técnica promissora para o rejuvenescimento facial, embora estudos bem delimitados e com amostras maiores sejam realizados para avaliar de maneira mais fiel seu papel na dermatologia. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unesc.net/handle/1/8894 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Envelhecimento | pt_BR |
| dc.subject | Plasma rico em plaquetas | pt_BR |
| dc.subject | Fotoenvelhecimento facial | pt_BR |
| dc.subject | Rejuvenescimento | pt_BR |
| dc.subject | Radiação ultravioleta | pt_BR |
| dc.title | Tratamento com plasma rico em plaquetas para fotoenvelhecimento facial: ensaio clínico randomizado duplo-cego | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
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