A transfusão de hemácias no paciente séptico: prevalência transfusional e taxa de mortalidade

dc.contributor.advisorCoelho, André
dc.contributor.authorOliveira, Adriano Luiz de
dc.contributor.authorSantos, Lucas Simionatto
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2021-03-26T00:27:40Z
dc.date.available2021-03-26T00:27:40Z
dc.date.created2020-07
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A transfusão sanguínea é feita com o intuito de aumentar a oferta de oxigênio aos tecidos, porém não é isenta de riscos. A lesão de armazenamento das hemácias e a imunomodulação do paciente transfundido têm fisiopatologia semelhante à lesão tecidual que ocorre na sepse. Logo, é importante considerar um possível efeito sinérgico da transfusão nos pacientes sépticos, considerando o risco da transfusão agravar disfunções orgânicas. Uma diminuição na taxa de transfusão desses pacientes pode diminuir a demanda de hemoderivados, o tempo de internação e a mortalidade. Métodos: Estudo observacional retrospectivo, com coleta de dados secundários e abordagem quantitativa, mediante prontuários de pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva em uso de antibioticoterapia não profilática em um Hospital Escola de Criciúma, Santa Catarina, nos anos 2019 e 2020. Resultados: Foram incluídos 152 pacientes divididos em 2 principais grupos: sépticos e não sépticos. Dentro desses grupos foram comparados aqueles que receberam transfusão sanguínea com aqueles que não a receberam. Dos 116 pacientes sépticos, houve maior tempo de internação (23 dias) e taxa de mortalidade (73,3%) nos transfundidos em relação aos não transfundidos (13 dias e 60,7% respectivamente). Nos 36 pacientes não sépticos foi observado o mesmo tempo de internação (12 dias), porém maior mortalidade nos transfundidos (57,1%) em relação aos não transfundidos (24,1%). Conclusão: A transfusão sanguínea mostrou um aumento da mortalidade em todos os grupos, mas foi mais significativo nos pacientes não sépticos, sugerindo que a transfusão tem pior desfecho nos pacientes que não possuíam disfunção microcirculatória previamente ao procedimento.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/7930
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsdc.rights
dc.subjectTransfusão sanguíneapt_BR
dc.subjectSepsept_BR
dc.subjectSepticemiapt_BR
dc.subjectMortalidadept_BR
dc.subjectTempo de internaçãopt_BR
dc.subjectUnidade de terapia intensivapt_BR
dc.titleA transfusão de hemácias no paciente séptico: prevalência transfusional e taxa de mortalidadept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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