Prevalência de sepse neonatal de início precoce em pacientes de um hospital no sul de Santa Catarina

dc.contributor.advisorMorais, Fabio Almeida
dc.contributor.authorBresciani, Tiago Borgert
dc.contributor.authorBrito, Ricardo Grigoleto
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2019-11-22T19:25:10Z
dc.date.available2019-11-22T19:25:10Z
dc.date.created2019-07
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractObjetivos: Analisar a prevalência de sepse neonatal de início precoce (SNP) em pacientes de um hospital do Sul de SC. Métodos: Foi realizado um estudo observacional transversal, retrospectivo, descritivo e de abordagem quantitativa. Investigou-se 37 crianças com suspeita de SNP, nascidas em um hospital do Sul de SC no período de junho de 2017 a junho de 2018. Resultados: A prevalência de SNP foi de 1,49% (n=37). Somente um (2,7%) caso de SNP foi confirmado por hemocultura, sendo a Escherichia Coli a bactéria. Comparando a idade do diagnóstico e início do tratamento, 51,4% (n=19) foram diagnosticados antes de 1 dia de vida, 35,1% (n=13) com 1 dia, 10,8% (n=4) com 3 dias e 2,7% (n=1) aos 4 dias de vida. Quanto às manifestações clínicas, 43,2% eram assintomáticos; nos sintomáticos a taquipneia e a dispneia foram os mais prevalentes, 32,4% (n=12) e 29,7% (n=11), respectivamente. Observou-se que pacientes com o APGAR baixo no 5º minuto de vida tinham o diagnóstico mais precocemente quando comparados àqueles com APGAR maior no 5º minuto. Conclusão: A prevalência de SNP foi de 1,49%, mas considerando-se apenas os casos confirmados por hemocultura, a prevalência foi de 0,04%. Entre os 37 casos de SNP presumidos, apenas um (2,7%) foi confirmado por hemocultura. A prevalência de SNP mostrou-se inferior ao encontrado na literatura, o que pode sugerir um trabalho preventivo adequado. Novos estudos são necessários para identificar critérios diagnósticos, visto que a maioria foi tratada de forma empírica, sem comprovação com hemocultura.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/7240
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSepse neonatal de início precocept_BR
dc.titlePrevalência de sepse neonatal de início precoce em pacientes de um hospital no sul de Santa Catarinapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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