Políticas públicas de saúde para mulheres imigrantes: um estudo no município de Criciúma
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Este trabalho apresenta o tema ―mulheres migrantes‖ conectando-o com o Município de Criciúma, que possui em sua memória a presença de migrações, desde sua colonização, assim como o Brasil e a história humana como um todo. Em razão da forte presença das migrações ao longo da história do município, busca-se analisar o amparo da legislação existente às mulheres migrantes, relacionando-se brevemente com as lutas dos movimentos feministas e a necessidade de implementação de políticas públicas de saúde em favor de mulheres imigrantes no município de Criciúma, sobretudo tendo em vista o número de imigrantes homens e mulheres recebidos no município. Utiliza-se o método dedutivo, em pesquisa do tipo teórica e qualitativa e análise de dados, também pesquisa prática e quantitativa, com emprego de material bibliográfico diversificado em livros, artigos de periódicos, teses e dissertações, sites jornalísticos e até mesmo por blogs, por ser um assunto contemporâneo. Por meio desse estudo, e considerando informações obtidas através de pesquisa junto à Delegacia de Polícia Federal de Criciúma e junto à Secretaria Municipal de Saúde de Criciúma, verifica-se que, desde janeiro de 2014, o maior número de homens e mulheres imigrantes são de origem haitiana. Todavia, embora haja um número expressivo de imigrantes e mulheres imigrantes recebidos em Criciúma, constata-se não haver a implementação de políticas públicas voltadas às mulheres imigrantes, já que não há registro de dados específicos acerca do número de mulheres atendidas no sistema de saúde, demonstrando a ausência de preocupação com esse grupo.
Descrição
Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense, como requisito parcial para obtenção do Grau de Bacharel em Direito.
