Fatores associados às técnicas cirúrgicas eleitas para colecistectomia em um hospital do sul catarinense

dc.contributor.advisorMadeira, Kristian
dc.contributor.authorBurigo, Maria Vitoria Candiotto
dc.contributor.authorGusmão, Natália Ferreira
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2024-07-31T23:57:01Z
dc.date.available2024-07-31T23:57:01Z
dc.date.created2024-07
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractINTRODUÇÃO: A colecistectomia pode ser realizada pelas técnicas convencional ou videolaparoscópica. Atualmente existe a preferência pela colecistectomia videolaparoscópica (CV), por ser menos invasiva, garantir menor tempo de internação, redução na taxa de infecções e de complicações. Entretanto, em algumas situações, a colecistectomia convencional (CC) pode ser necessária. OBJETIVO: Essa pesquisa buscou avaliar os fatores clínicos e epidemiológicos relacionados às técnicas cirúrgicas eleitas para colecistectomia. MÉTODOS: Esta pesquisa foi um estudo transversal. Foram coletadas informações de prontuários eletrônicos de 333 pacientes submetidos a colecistectomia, entre 2018 e 2022, em um hospital de Santa Catarina. Os dados foram analisados via software IBM Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 23.0. RESULTADOS: Dos 333 casos avaliados, 244 cirurgias foram videolaparoscópicas, 235 eram pacientes do sexo feminino, 313 brancos, 223 pessoas com comorbidades e 267 acima do peso. A CC se relacionou significativamente com o sexo masculino, diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica, urgências, colecistite aguda, pancreatite biliar, feridas contaminadas e infectadas, realização pelo Sistema Único de Saúde e com os anos de 2020 e 2022. Em contrapartida houve associação significativa da CV com o sexo feminino, cirurgias eletivas, calculose da vesícula biliar sem colecistite, menor tempo de internação, cirurgias particulares e o ano de 2019. CONCLUSÃO: Esse estudo demonstrou que existem variantes entre as técnicas eleitas para colecistectomia. No local de estudo não houve benefício significativo no tempo de realização da CV sobre a CC, ademais não foi encontrado um aumento no acesso à videolaparoscopia entre os anos de 2018 e 2022, como esperado.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/10946
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectColecistectomiapt_BR
dc.subjectColecistite agudapt_BR
dc.subjectColelitíasept_BR
dc.subjectLaparotomiapt_BR
dc.titleFatores associados às técnicas cirúrgicas eleitas para colecistectomia em um hospital do sul catarinensept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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