Importância do planejamento sucessório em empresas familiares segundo a visão de acadêmicos participantes de organizações deste tipo
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As empresas familiares representam a maioria das organizações em praticamente todo o mundo, sendo responsáveis por grande expressão econômica em termos de Produto Interno Bruto (PIB). Porém, muito poucas organizações deste tipo sobrevivem à troca de comando e raras são as que conseguem chegar à terceira geração do fundador. Acredita-se que o problema responsável por este fator seja a falta de planejamento sucessório formalizado. O objetivo deste estudo foi avaliar a importância do planejamento sucessório em empresas familiares segundo a visão de acadêmicos participantes de organizações deste tipo. Foi realizada uma pesquisa descritiva, bibliográfica e de campo, envolvendo uma amostra de 35 acadêmicos de uma instituição universitária do sul de Santa Catarina. Para a coleta de dados, foi utilizado um questionário com questões fechadas. Os dados foram analisados por meio da abordagem quantitativa. A análise dos dados permitiu verificar que na maioria dos casos não há planejamento da sucessão formal e se desconhece como a sucessão será realizada. Porém, houve concordância de que o planejamento sucessório é muito importante para este tipo de organização. Diante disso, pôde-se concluir que, apesar de atribuir importância relevante para o planejamento sucessório, não há preocupação das empresas em formalizar o mesmo, pondo em risco a continuidade da organização por ocasião da troca de comando. Isso é seriamente preocupante porque em muitos casos, a sucessão ocorre de forma inesperada (morte ou incapacidade do fundador, por exemplo). Por isso, a preocupação com este tema deveria ser constante na pauta da gestão deste tipo de empresa.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no curso de Administração de Empresas, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
