O Estatuto da Criança e do Adolescente e a autonomia do professor
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O momento histórico por nós vivenciado pauta-se por grandes transformações politicas, econômicas e culturais o que nos exige uma didática de trabalho diferenciada, fundamentada em constante reflexão sobre nosso entendimento de de aprendizagem e, consequentemente sobre as possibilidades de manejo
de classe para a efetivação de aulas mais dinâmicas e satisfatórias. A dinamicidade desse quadro, que está cada vez mais a exigir autonomia no e do processo educativa, associada às exigências postas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), traz para a escola e para os/as professores/professoras a preocupação de como lidar com os alunos/alunas, em especial com aqueles/aquelas que apresentam problemas de conduta no ambiente escolar. Este trabalho buscou identificar problemas a partir da análise de situações concretas Ocorridas em sala de aula. A pesquisa foi realizada em duas escolas, uma estadual e
outra municipal, nos municípios de Criciúma e Morro da Fumaça. A metodologia adotada caracterizou-se por ser um estudo descritivo e qualitativo, utilizando-se para coleta dos dados questionários com questões abertas e fechadas. As respostas obtidas foram tabuladas e analisadas estatística e qualitativamente, levando-nos à
conclusão de que falta ao professor o conhecimento necessário a respeito dos direitos dos alunos e das atitudes que podem ser legitimamente tomadas para reprimir os problemas de conduta inadequada, cabendo às escolas a responsabilidade pela orientação dos educadores e por uma maior divulgação do conteúdo do Estatuto da Criança e do Adolescente, que é hoje considerado apenas como um facilitador da indisciplina.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de licenciado no curso de Pedagogia da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
