Perfil epidemiológico dos membros de uma associação de epilepsia em Santa Catarina
| dc.contributor.advisor | Barros, Carlos Roberto de Barros Moraes | |
| dc.contributor.author | Sella, Felipe | |
| dc.contributor.author | Seisdedos, Rafael Adonias | |
| dc.contributor.other | Damiani, Cristiane | |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2019-12-09T18:07:40Z | |
| dc.date.available | 2019-12-09T18:07:40Z | |
| dc.date.created | 2015-07 | |
| dc.description | Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Este estudo tem como proposta conhecer o perfil epidemiológico dos membros da Associação Sul Catarinense de Epilepsia (ASSCAE) e comparar com os dados obtidos na literatura. Trata-se de um estudo observacional transversal, com coleta de dados primários e abordagem quantitativa. Foram incluídos 43 dos 52 membros ativos entre agosto de 2014 e março de 2015. Os formulários aplicados, sob a supervisão de um neurologista, eram constituídos por 12 itens, abordando questões sociodemográficas e clínicas. Entre os membros entrevistados, 53,5% eram do sexo masculino e idade média de 43,09±14,63 anos. Houve predomínio de uma população de baixa renda e escolaridade. Das características clínicas analisadas, o tipo de crise mais comum foi a generalizada (65,1%). Apenas 6 entrevistados (14%) alcançaram controle de suas crises (epilepsia inativa), dos quais 70,3% utilizam duas ou mais drogas anticonvulsivantes, apresentado uma associação estatisticamente significativa entre as duas variáveis (p=0,017). A população em estudo apresentou um perfil clínico de epilepsia semelhante aos encontrados em países subdesenvolvidos e em desenvolvimentos, que corrobora com a baixa renda e escolaridade evidenciada nos dados sociodemográficos. Porém, essas informações epidemiológicas não podem ser extrapoladas com precisão para toda região sul catarinense, visto a ASSCAE, por apresentar um caráter assistencial, ter uma população predominantemente de baixa renda. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/7356 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Epilepsia | pt_BR |
| dc.subject | Epidemiologia | pt_BR |
| dc.subject | Brasil | pt_BR |
| dc.title | Perfil epidemiológico dos membros de uma associação de epilepsia em Santa Catarina | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
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