Estudo etnobotânico de bauhinia forficata link e hovenia dulcis thunb: plantas medicinais utilizadas na medicina tradicional

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Os antigos egípcios descobriram e confirmaram o poder curativo das plantas, descrevendo em um papiro egípcio cerca de 800 receitas e referindo-se a mais de 700 drogas vegetais. Estes manuscritos auxiliaram na descoberta de outras plantas medicinais utilizadas pelas diferentes culturas conhecidas. Após os diversos estudos, iniciou-se a interligação da etnobotânica com a fitoterapia. Os medicamentos fitoterápicos são oficialmente regulamentados pela ANVISA que supervisiona a comercialização destes medicamentos. Administração dos fitoterápicos pode ser realizada pelo uso interno (chás, sucos, xaropes, tintura, extratos, sucos, saladas, sopas ou caldos) e o uso externo (cataplasma, azeite, banhos, fomentos, pomada, unguentos, bochechos, gargarejos, inalações, vapores, banhos e lavagens). O presente estudo teve como objetivo analisar as informações botânicas sobre as espécies Bauhinia forficata Link e a Hovenia dulcis Thunb, e estabelecer uma relação entre as atividades farmacológicas citadas na literatura e o uso popular destas espécies por parte da população da região sul catarinense representada pela Pastoral da Saúde. O uso de fitoterápicos não tem com objetivo substituir medicamentos já registrados e comercializados com eficácia comprovada, mas sim, aumentar a opção terapêutica.

Descrição

Monografia apresentada ao Setor de Pós-graduação da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, para obtenção do título de especialista em Ecologia e Manejo de Recursos Naturais.

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