Fatores associados à mortalidade em pacientes com traumatismo cranioencefálico moderado a grave na unidade de terapia intensiva de um hospital do extremo sul catarinense

dc.contributor.advisorCanto, Marina Casagrande do
dc.contributor.authorCorreia, Vinicius Rosa
dc.contributor.authorDrum, Saulo da Rosa
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2019-04-09T14:35:13Z
dc.date.available2019-04-09T14:35:13Z
dc.date.created2018-12
dc.descriptionArtigo apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Medicina, da Universidade do Extremo Sul Catarinense- UNESC.pt_BR
dc.description.abstractObjetivo: Investigar os fatores prognósticos associados à mortalidade e descrever o perfil epidemiológico dos pacientes com traumatismo cranioencefálico moderado e grave na Unidade de Terapia Intensiva. Métodos: Estudo observacional retrospectivo, que incluiu 222 pacientes admitidos na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital terciário em Criciúma/SC, no período de 5 anos. Resultados: A média de idade foi de 39,91 ± 16,84 anos, 84,2% eram do sexo masculino. A maioria (74,8%) foi classificada como grave, e 25,2% como moderado. Acidentes automobilísticos foram a principal causa de trauma (48,6%). À admissão, detectou-se hipotensão em 15,5% dos pacientes, hipoxemia em 14,5%, e alterações pupilares em 61,1%. Constatou-se a presença de hemorragia subaracnoide em 52,9% da amostra, alteração do coagulograma em 25,1%, e plaquetopenia em 10,5%. O tempo médio de internação hospitalar foi 18,90 ± 17,34 dias. Encontrou-se os seguintes fatores associados à mortalidade com significância estatística: pupilas alteradas (p < 0,001), classificação pela Escala de Glasgow (p = 0,015), hipotensão (p < 0,001), hipoxemia (p = 0,033), tempo de internação (p = 0,001), hemorragia subaracnoide (p = 0,017), plaquetopenia (p = 0,006) e alterações da coagulação (p < 0,001). Após análise multivariada, mantiveram-se independentemente associados à mortalidade: a presença de hemorragia subaracnoide (p = 0,030; OR = 2,56; IC95% 1,10 – 5,88) e alterações do coagulograma (p = 0,037; OR = 2,71; IC95% 1,06 – 6,90) Conclusões: Os fatores prognósticos associados à mortalidade e o perfil epidemiológico das vítimas de TCE moderado e grave na UTI foram similares aos descritos na literatura médica.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/6750
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectTraumatismos craniocerebraispt_BR
dc.subjectPrognósticopt_BR
dc.subjectMortalidadept_BR
dc.subjectUnidade de terapia intensivapt_BR
dc.subjectCuidados críticospt_BR
dc.subjectPerfil epidemiológicopt_BR
dc.titleFatores associados à mortalidade em pacientes com traumatismo cranioencefálico moderado a grave na unidade de terapia intensiva de um hospital do extremo sul catarinensept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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