Teoria do direito ao esquecimento e o uso da tutela inibitória: um estudo de dois casos paradigmáticos
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A presente pesquisa subdividida em três capítulos, visando analisar o direito de ser esquecido, sob a ótica da proteção dos direitos da personalidade. Busca, ainda, estudar o instrumento jurídico capaz de coibir a propagação pela eternidade de situações que denigrem a imagem e a honra, sem cercear os direitos Constitucionais de Liberdade de Expressão e Liberdade de Imprensa. Analisa-se a origem e as formas de tutela, e o seu potencial da tutela inibitória de salvaguardar direitos da personalidade. Além disso, traz à baila dois casos paradigmas que deram início a discussão do direito ao esquecimento no ordenamento brasileiro, e forma em que foram resolvidos. Por fim, aborda-se a forma de proteger os direitos da personalidade, garantindo o direito de ser esquecido balizando com os direitos de Liberdade de Expressão e Imprensa. O método de pesquisa utilizado foi o dedutivo, em pesquisa teórica e qualitativa com emprego de material bibliográfico.
Descrição
Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense, como requisito parcial para obtenção do Grau de Bacharel em Direito.
