Projetações, ativações e conexões: contribuições possíveis para a educação estética de crianças a partir da relação entre o atelierista e o professor de Artes
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Esta pesquisa tem como objetivo compreender a atuação do atelierista na abordagem de Reggio Emilia e sua relação com a formação estética das crianças na Educação Infantil, dialogando com o papel do professor de Arte no contexto brasileiro. O estudo parte do seguinte questionamento: Quais as possíveis contribuições podem emergir da relação entre a atuação do atelierista e do professor de Arte para a educação estética na Educação Infantil brasileira? A relevância do estudo fundamenta-se na necessidade de ampliar o debate sobre a função do atelierista e do professor de Arte, diante das potencialidades das experiências estéticas na infância. Fundamentada em uma abordagem qualitativa, adotando um caráter autobiográfico, consideram o olhar da pesquisadora como professora, atelierista e acadêmica em formação. A análise teórica apoia-se em autores como Malaguzzi (1999), Vecchi (2017), Ana Mae Barbosa (2007; 2012; 2014) e Pillotto(2020), articulando teoria e prática que sustentam as discussões sobre Arte, infância e docência. O diálogo entre atelierista e professor de Arte evidencia modos distintos de mediação estética. Enquanto o atelierista, inspirado em Reggio Emilia, desenvolve práticas voltadas à investigação do sensível e às múltiplas linguagens, o professor de Arte, orientado pela Abordagem Triangular de Ana Mae Barbosa, articula o fazer artístico, a leitura de imagem e a contextualização cultural, promovendo uma formação crítica e sensível.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Licenciatura no curso de Artes Visuais da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
