Entre “a educação física crítica e a não aula”: quem preenche os “vazios”?

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Este artigo tem como objetivo fomentar uma discussão a cerca dos elementos que contribuem para uma não aula de Educação Física na escola. Ao encontro disso, desafiamo-nos a responder a pergunta – problema: Por que a Educação Física Escolar não acontece sobre os parâmetros críticos pedagógicos na escola? Para compor este estudo, realizamos uma pesquisa bibliográfica a fim de elencar algumas das condições que reforçam este cenário de aula nas escolas públicas, e fugirmos do simples argumento descontextualizado de que culpa é apenas do Professor de Educação Física. Em detrimento a essa realidade, buscamos identificar outros personagens e fatores que influenciam negativamente nesse processo. Frente a isso, identificamos que se a aula de Educação Física na escola não remeter os alunos a entrarem “verdadeiramente” em atividade de estudo, a ensinar o conhecimento cientifico, e a discutir sobre uma base conceitual, isso efetivamente não pode ser considerado aula de Educação Física Escolar balizada nos parâmetros críticos pedagógicos. Concluímos que a limitação pedagógica dos professores de Educação Física inicia-se ainda na graduação inicial, onde a maioria dos cursos de Educação Física do extremo sul catarinense não estabelece uma matriz critica de ensino. Outro fator determinante, é que a formação continuada oferecida pelos órgãos de gerencia de educação estadual são inconsistentes e descontinuadas, ou seja, não acontecem em concordância com a proposta curricular de ensino, valendo-se de concepções de Educação Física antagônicas as que a proposta curricular trás como principio.

Descrição

Artigo apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Educação Física, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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