Identificação da autoridade coatora no mandado de segurança: a (im)possibilidade do magistrado direcionar o mandado de segurança para a autoridade coatora diferente da determinada pelo impetrante, à luz do princípio da celeridade processual

dc.contributor.advisorFiló, Maurício da Cunha Savino
dc.contributor.authorCorrêa, Lúcia Formentin
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2015-09-08T18:08:51Z
dc.date.available2015-09-08T18:08:51Z
dc.date.created2014-12
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractO mandado de segurança é uma ação que tem por finalidade resguardar direito líquido e certo, não amparado por habeas corpus ou habeas data, que seja negado, ou mesmo ameaçado, por autoridade pública ou no exercício de atribuições do poder público, o mesmo, trata-se de um remédio constitucional, conforme estabelece a lei nº 12.016/09. Por sua vez, esta monografia tem por objetivo pesquisar sobre a possibilidade de redirecionamento do mandado de segurança em caso deste for direcionado de maneira errônea para a sua autoridade competente. Vale enfatizar que o redirecionamento do mandado de segurança tem correntes divergentes, ou seja, uma defende que o mesmo não deve ser direcionado novamente, alegando que a ação deve ser extinta, observando o artigo 267, inciso VI do CPC. Já a outra vertente consiste em defender que a ação pode ser redirecionada, tendo como base a teoria da encampação. Com isso, a relevância social desta pesquisa está na verificação da possibilidade de economia processual e celeridade, observando a provável aceitação de desviar o mandado de segurança para a autoridade correta e acarretar em uma notável benfeitoria para o impetrante, considerando que o mesmo tem muita pressa, pois, de alguma forma seu direito está sendo lesado. Em linhas gerais, neste trabalho monográfico deu-se ênfase à teoria da encampação, para que o mandado de segurança possa ser sempre que possível redirecionado, sob a luz dos princípios da celeridade e razoabilidade processual. Assim para o desenvolvimento desta monografia o método de pesquisa utilizado foi o dedutivo, tendo como base pesquisa teórica e qualitativa, com emprego de material bibliográfico e documental legal, e pesquisa jurisprudencial, baseando-se nos tribunais de justiça de Santa Catarina e Rio Grande do Sul e Paraná.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/3363
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectMandado de segurançapt_BR
dc.subjectCeleridade processualpt_BR
dc.subjectLegitimidade passivapt_BR
dc.subjectExecuções (Direito)pt_BR
dc.titleIdentificação da autoridade coatora no mandado de segurança: a (im)possibilidade do magistrado direcionar o mandado de segurança para a autoridade coatora diferente da determinada pelo impetrante, à luz do princípio da celeridade processualpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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