Adaptações morfofuncionais de indivíduos após programa de reabilitação cardiovascular

dc.contributor.advisorAlvarez, Bárbara Regina
dc.contributor.authorNery, Tatyana
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2013-04-27T13:36:10Z
dc.date.available2013-04-27T13:36:10Z
dc.date.created2011-12
dc.date.issued2013-04-27
dc.descriptionTrabalho de Conclusão do Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharelado no Curso de Educação Física da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractDados epidemiológicos comprovam os benefícios do exercício físico regular para a saúde. Relevante são os estudos que indicam 20% a 30% de redução da mortalidade em coronariopatas que participam regularmente de programas de reabilitação cardíaca. As ações realizadas nesses programas são delineadas para diminuir os efeitos deletérios e limitantes da patologia e assegurar as melhores condições físicas, psicológicas e sociais para que, por meio da geração de autonomia, os indivíduos reassumam o seu lugar na sociedade. Estes programas tem importância fundamental por promoverem melhora da capacidade funcional e redução dos fatores de risco. A elevação em 1% do consumo máximo de oxigênio é capaz de determinar redução de 2% na mortalidade cardiovascular. Além disso, o custo desses programas são relativamente baixos comparados ao tratamento medicamentoso. Dessa forma, o presente estudo tem como objetivo verificar as adaptações morfofuncionais de indivíduos participantes de um programa de reabilitação cardiovascular, visando responder quais adaptações ocorre pós intervenção de quatro meses de exercício físico supervisionado. O tipo de pesquisa foi descritiva e comparativa, do tipo estudo de caso. A amostra constitui-se de 8 cardiopatas, cadastrados no Programa de Reabilitação Primária e Secundária de Doenças Cardiovasculares do Laboratório de Fisiologia da UNESC, com idades entre 48 e 74 anos, de ambos os gêneros, sob tratamento farmacológico. Foram prescritos exercícios de alongamento, aeróbios a 70% RFC e resistidos (RML), sendo 3 sessões por semana com duração de 75 minutos. Diversas variáveis antropométricas, bioquímicas, hemodinâmicas, neuromotoras e cardiovasculares foram comparadas pré e pós 4 meses de treinamento. A partir dos resultados da pesquisa pode-se concluir que a prática de exercícios físicos supervisionados promoveu significativamente aptidão física relacionada à saúde dos indivíduos cardiopatas e deve ser incluída como uma opção de tratamento vinculado ao tratamento farmacológico.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/1631
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDoença cardiovascularpt_BR
dc.subjectReabilitação cardíacapt_BR
dc.subjectExercícios físicospt_BR
dc.titleAdaptações morfofuncionais de indivíduos após programa de reabilitação cardiovascularpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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