Fazer o que gosta, gostar do que faz: jovens estudantes e o(s) mundo(s) do trabalho

dc.contributor.advisorSalvaro, Giovana Ilka Jacinto
dc.contributor.authorNunes, Simone Regina dos Reis
dc.contributor.otherRabelo, Giani
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2018-05-07T22:28:39Z
dc.date.available2018-05-07T22:28:39Z
dc.date.created2018
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Desenvolvimento Socioeconômico.pt_BR
dc.description.abstractEste estudo teve como objetivo compreender como se configura o mundo do trabalho e quais as representações sociais produzidas por jovens estudantes do Ensino Médio. A pesquisa, de caráter qualitativo, foi realizada em duas escolas nos municípios de Torres, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, e em Sombrio, no sul de Santa Catarina. Os municípios escolhidos são localidades onde é executado o projeto de extensão universitária Cinema, Papo e Profissão - CPP, da Universidade Luterana do Brasil – ULBRA - Campus Torres, que trabalha a Orientação Profissional – OP - com alunos e alunas do terceiro ano. A partir do trabalho com os/as jovens, proporcionado pelo projeto, surgiu a necessidade de compreender melhor sua perspectiva sobre o mundo do trabalho, inclusive como forma de melhor avaliar o alcance do CPP junto a este público e, para além deste propósito, contribuir para que o momento da escolha profissional seja vivido com maturidade e segurança. Esta discussão exigiu uma inclusão transversal das categorias Juventude, Trabalho, Gênero, Classe e Raça e Políticas Públicas. Ao tentar responder aos questionamentos do estudo, tensionamos a relação entre as categorias citadas, analisadas pela via da Teoria das Representações Sociais - TRS, nosso aporte teórico-metodológico e cerne da pesquisa. A TRS cumpre a função de “cientificizar o cotidiano”, trazendo para o âmbito da ciência aquilo que é representado no senso comum. O estudo consistiu em uma pesquisa-ação realizada com 55 jovens estudantes, através de um questionário e oito grupos focais em duas escolas públicas nos municípios citados. A análise dos dados foi feita por meio da Análise de Conteúdo proposta por Bardin. O estudo demonstrou que os/as jovens representam dois mundos do trabalho. O primeiro, em uma dimensão objetiva, abarca as experiências “reais” que já estão sendo vivenciadas por meio do trabalho ou pela busca dele, e que desenvolvem nos/nas jovens uma representação de que a inserção no mundo adulto se dá pela via do trabalho, que não é necessariamente formal e bem remunerado. É preciso se esforçar e suportar os reveses a fim de amadurecer e adquirir experiência. O segundo mundo do trabalho, em uma dimensão subjetiva, é o mundo em “perspectiva”, onde está inserido o processo de escolha da profissão que passa, necessariamente, pela entrada na universidade via políticas públicas. Após concluírem o curso de sua escolha, poderão exercer a profissão desejada e, enfim, fazer o que gostam e gostar do que fazem, “ganhando a vida” com isso, numa representação do trabalho como fonte de felicidade e realização pessoal.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/5853
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectJuventudept_BR
dc.subjectMercado de trabalhopt_BR
dc.subjectJovens – Empregopt_BR
dc.subjectPolítica públicapt_BR
dc.subjectRepresentações sociaispt_BR
dc.subjectOrientação profissionalpt_BR
dc.titleFazer o que gosta, gostar do que faz: jovens estudantes e o(s) mundo(s) do trabalhopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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