Frequência de sintomas depressivos em estudantes de medicina da Universidade do Extremo Sul Catarinense e fatores associados

dc.contributor.advisorMorais, Fabio Almeida
dc.contributor.authorPinto Junior, Airton Moreira
dc.contributor.otherFeier, Gustavo
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2018-11-05T11:56:55Z
dc.date.available2018-11-05T11:56:55Z
dc.date.created2017-12
dc.description.abstractIntrodução: Ao atingir status de pandemia, a depressão demonstra não ter barreirras étnicas, culturais, nem financeiras para o acometimento de indivídios. Porém, esta doença silenciosa atinge mais alguns grupos que outros. Um exemplo são os estudantes de medicina, foco deste trabalho que visa estudar a frequência de sintomas depressivos em acadêmicos do Curso de Medicina da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), em Criciúma – SC. Metodologia: Como instumento de rastreio, utilizou-se o Inventário de Depressão de Beck (IDB), ferramenta amplamente difundida para reconhecimento de sintomas depressivos em populações específicas. Os pontos de corte dividiram os níveis de sintomas depressivos em “sem depressão” (0-9), “depressão leve” (10-18), “depressão moderada” (19-29) e “depressão grave” (>30) e foram aplicados a uma amostra significativa de 240 alunos, distribuidos igualitariamente, de forma aleatória, entre as 12 fases do curso, juntamente a um questionário psicossocial. Resultados: Chegou-se a uma frequência de sintomas depressivos de 45,4%, com maior proporção de mulheres a participar do estudo (67,1%) e a apresentar depressão (78,9%). Verificou-se ainda, uma média de idade de 22,79 ± 3,81 anos, com maioria composta por: Católicos (57,1%), Sulistas (90,8%), Solteiros (56,1%), que moram com familiares (50,4%), com renda igual ou superior a 6 salários mínimos (74,5%) e que não exercem atividade profissional reumunerada (97,5%). Em torno de 22,9% dos acadêmicos já realizaram tratamento psicológico ou psiquiátrico para depressão após ingresso no curso. Conclusão: Sexo feminino e renda entre 1 a 5 salários tiveram associação significativa com sintomas depressivos nos acadêmicos estudados.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/6280
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDepressãopt_BR
dc.subjectDepressão – Sintomaspt_BR
dc.subjectEstudantes de medicinapt_BR
dc.subjectEducação médica  pt_BR
dc.titleFrequência de sintomas depressivos em estudantes de medicina da Universidade do Extremo Sul Catarinense e fatores associadospt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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