Relações de gênero e divisão sexual do trabalho em produções avícolas no município de Forquilhinha/SC

dc.contributor.advisorSalvaro, Giovana Ilka Jacinto
dc.contributor.authorDuminelli, Meline Vitali
dc.contributor.otherEstevam, Dimas de Oliveira
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2024-09-13T22:46:08Z
dc.date.available2024-09-13T22:46:08Z
dc.date.created2023
dc.descriptionTese apresentado ao Programa de Pós-Graduação em desenvolvimento socioeconômico da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito parcial para a obtenção do título de Doutora em Desenvolvimento Socioeconômico.pt_BR
dc.description.abstractA tese analisou como se constituem relações de gênero e a divisão sexual do trabalho em produções avícolas vinculadas a sistemas de integração no município de Forquilhinha/SC. A agricultura familiar tem grande representatividade no município, assim como o setor industrial, principalmente, por possuir uma indústria de abate e de produção de carnes, que exporta para diversos países. Com caráter qualitativo, a pesquisa foi desenvolvida a partir de documentos e entrevistas semiestruturadas. Foram entrevistados/as participantes de seis famílias, totalizando cinco mulheres e seis homens. Cabe esclarecer que esta pesquisa foi realizada em período pandêmico da COVID-19 (2019/2023). A avicultura era a principal produção das famílias de todos/as participantes. Com relação à avicultura, as famílias possuíam entre um e quatro aviários e realizavam a atividade em um período entre 16 e 21 anos. O número de cabeças abatidas por lote variava conforme o modelo do aviário e quantidade em cada unidade familiar, também mediante a fatores correlacionados aos cuidados com as aves. Os participantes eram responsáveis por decisões relacionadas à produção avícola, pelo atendimento aos técnicos, pelas atividades produtivas, exceto nas demandas de limpeza do aviário e áreas comuns, geralmente, realizadas pelas participantes. Elas apareceram como coadjuvantes e/ou “ajudantes” no espaço produtivo, mesmo quando atuantes em todas as atividades. No espaço reprodutivo, a estrutura se invertia, a responsabilidade era das participantes e os participantes “ajudavam”. A distribuição de atividades interferia na forma como cada indivíduo fazia uso do seu tempo, reforçando padrões de gênero que responsabilizavam as mulheres por atividades domésticas e de cuidados.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/11175
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAgricultura familiar – Aspectos sociais - Forquilhinha (SC)pt_BR
dc.subjectDivisão do trabalho por sexopt_BR
dc.subjectPapel sexualpt_BR
dc.subjectAve – Criação – Forquilhinha (SC)pt_BR
dc.titleRelações de gênero e divisão sexual do trabalho em produções avícolas no município de Forquilhinha/SCpt_BR
dc.typeTesept_BR

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