Avaliação prognóstica em pacientes com SARS-COV-2 na unidade de terapia intensiva: explorando o potencial dos biomarcadores metabólicos
| dc.contributor.advisor | Pizzol, Felipe Dal | |
| dc.contributor.author | Santana, Andressa da Silva de | |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-04-17T22:57:37Z | |
| dc.date.available | 2026-04-17T22:57:37Z | |
| dc.date.created | 2024 | |
| dc.description | Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense, para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introdução: O excesso de peso e a obesidade estão associados a desfechos clínicos desfavoráveis na doença do coronavírus (COVID-19). No entanto, a relação entre adipocinas e biomarcadores endócrinos e os desfechos de pacientes hospitalizados com COVID-19 não está clara. Objetivos: Investigar a relação entre biomarcadores metabólicos e desfechos clínicos em pacientes hospitalizados com COVID-19 para estabelecer clusters prognósticos com base em parâmetros clínicos e laboratoriais. Métodos: Esse é um estudo prospectivo que incluiu 213 pacientes com COVID-19 internados na unidade de terapia intensiva, foram medidas as concentrações de cortisol, peptídeo C, peptídeo semelhante ao glucagon-1, insulina, peptídeo YY, grelina, leptina e resistina. Suas contribuições para a formação de clusters de pacientes, gravidade da doença e previsão de mortalidade intra-hospitalar foram analisadas. Resultados: As concentrações de cortisol, resistina, leptina, insulina e grelina diferiram significativamente entre os grupos de gravidade, conforme definido pela escala de gravidade da Organização Mundial da Saúde. Além disso, níveis mais baixos de grelina e níveis mais altos de cortisol foram associados à mortalidade. A adição de biomarcadores aos preditores clínicos de mortalidade melhorou significativamente a precisão do prognóstico. A fenotipagem de pacientes com base nos níveis de biomarcadores plasmáticos resultou em dois fenótipos diferentes associados à gravidade da doença, mas não à mortalidade. Conclusão: Como único biomarcador, apenas o cortisol esteve independentemente associado à mortalidade; no entanto, os biomarcadores metabólicos podem aprimorar a previsão de mortalidade quando adicionados aos parâmetros clínicos. Os fenótipos de biomarcadores metabólicos foram distribuídos de maneira diferente de acordo com a gravidade da COVID-19, mas não foram associados à mortalidade. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unesc.net/handle/1/12180 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | COVID-19 - Prognóstico | pt_BR |
| dc.subject | SARS-CoV-2 | pt_BR |
| dc.subject | Biomarcadores metabólicos | pt_BR |
| dc.subject | Hidrocortisona | pt_BR |
| dc.title | Avaliação prognóstica em pacientes com SARS-COV-2 na unidade de terapia intensiva: explorando o potencial dos biomarcadores metabólicos | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
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