Perfil epidemiológico de pacientes com esofagite eosinofílica e associação com doenças atópicas em um consultório privado do sul de Santa Catarina
| dc.contributor.advisor | Menezes, Mariana Mangilli de | |
| dc.contributor.author | Rizkalla, Jorge Antônio Braun | |
| dc.contributor.author | Possamai, Gabriel Cesa | |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2019-11-22T17:38:28Z | |
| dc.date.available | 2019-11-22T17:38:28Z | |
| dc.date.created | 2019-07 | |
| dc.description | Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introdução: A esofagite eosinofílica (EEo) é uma doença ganhando cada vez mais destaque no cotidiano de gastroenterologistas e alergologistas visto que sua prevalência vem aumentando e, hoje, é considerada a segunda causa mais comum de esofagite crônica, atrás da doença do refluxo gastroesofágico. A identificação do perfil clínico e epidemiológico desses pacientes, da presença de outras doenças atópicas relacionadas ao quadro e o conhecimento dos principais arsenais terapêuticos disponíveis é de grande importância, pois é considerada uma doença relativamente recente, crônica e recidivante, para qual ainda existem muitas controvérsias na literatura atual. Métodos: Estudo observacional retrospectivo, com coleta de dados secundários e abordagem quantitativa. Mediante prontuários de pacientes diagnosticados com EEo atendidos em consultório privado do sul de Santa Catarina de 2015 a 2018. Resultados: Foram incluídos 11 pacientes, com predomínio do sexo feminino (54,5%), idades entre 19 e 34 anos (90,1%), possuindo estado civil solteiro (66,7%). Dentre as atopias associadas, ressaltou-se a alergia alimentar (90,9%) e alergia a animais (54,5%). A maioria com história familiar de manifestações atópicas (81,8%). Quando avaliadas as comorbidades prevalentes, houve predomínio de intolerância à lactose (25%). Realizam algum tratamento para a EEo (100%), predominando uso exclusivo de Inibidores da Bomba de Prótons (IBP) (27,3%). Conclusão: Perfil epidemiológico dos pacientes com EEo atendidos em um consultório privado na região de Criciúma são mulheres com idade entre 19-34 anos, solteiras, apresentando atopias principalmente alergia alimentar e alergia a animais, com história familiar de atopias, possuindo intolerância à lactose concomitante e em tratamento para EEo com IBP. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/7225 | |
| dc.language.iso | pt | pt_BR |
| dc.subject | Esofagite eosinofílica | pt_BR |
| dc.subject | Doenças atópicas | pt_BR |
| dc.subject | Disfagia | pt_BR |
| dc.subject | Impactação alimentar | pt_BR |
| dc.title | Perfil epidemiológico de pacientes com esofagite eosinofílica e associação com doenças atópicas em um consultório privado do sul de Santa Catarina | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
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