O processo de trabalho da equipe de saúde atuante no SAMU

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O atendimento nas áreas de urgência e emergência tem aumentado gradativamente, exacerbando, desta forma, o papel do serviço de atendimento pré-hospitalar. A implantação da Rede de Urgência Emergência instiga desencadeando esta pesquisa, que tem cunho quali-quantitativo, aplicada, exploratória e de campo, desenvolvida com trabalhadores da saúde atuantes no SAMU de um município do sul de Santa Catarina. Objetivou identificar como é o processo de trabalho da equipe de saúde atuante no SAMU, em município do sul de Santa Catarina. Os resultados obtidos foram: dos atores sociais 61,54% (8) são do sexo feminino e 38,46% (5) do sexo masculino, 38,46% (5) são de Enfermagem e 38,46% (5) são médicos. Dos entrevistados, 53,85% (7) têm entre 26-30 anos; 46,2% (6) têm de 1-5 anos de atuação profissional; 84,62% (11) atuam de 1-5 anos no SAMU e 46,2% (6) têm 1-5 anos de formação. Sobre capacitação, 69,23% sugeriram as emergências traumáticas e cardiovasculares como temas. Sobre o conhecimento sobre a RUE, prevaleceram respostas como Ponto de atendimento das redes. Do processo de trabalho, 55,6% (6) consideram a organização sequencial dos processos operacionais e práticos. Com relação à capacitação, 38,46% (5) relatam tê-la recebido (com atuação de 1-5 anos) e 30,8% (4) dos atuantes de 6-10 anos. Quando questionados sobre conhecimento acerca do acolhimento e classificação de risco dos atuantes dos 6-10 anos, 7,69% (2) consideram a PNH e a receptividade, sendo estas citadas, assim, como classificação de gravidade a partir de cores. O Processo de Trabalho é formatado conforme regras previstas de funcionamento, porém, frágil do ponto de vista da flexibilidade.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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