Diagnóstico de trombofilia adquirida após falha de implantação

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Objetivo: Conhecer a prevalência de pacientes com diagnóstico de trombofilia adquirida após falha de implantação. Metodologia: foram avaliados prontuários de 28 pacientes que apresentaram falha de implantação e diagnóstico de trombofilia entre o período de março de 2018 a março de 2021 em uma clínica privada no município de Criciúma/SC. Os dados que serão retirados dos prontuários serão: idade, cor da pele, número de falhas de implantação antes do diagnóstico de trombofilia, tipo de anticorpo que era positivo no diagnóstico. Resultados: A amostra foi composta por 28 prontuários de pacientes com diagnóstico de trombofilia adquirida após falha de implantação, 100% foi composto por mulheres brancas. A média de idade foi de 33,36 anos. Dos prontuários analisados 53,6% tiveram somente presença do anticorpo antifosfatidiletanolamina, 21,4% a presença somente do anticorpo antifosfatidilserina e 25% apresentaram dos dois anticorpos no diagnóstico. Dos 28 prontuários, 50,0% deles foram manejados clinicamente somente com heparina de baixo peso molecular e os outros 50,0% com heparina de baixo peso molecular em associação à ácido acetilsalicílico. A média de falhas de implantação foi de 2,07. Quando associados o anticorpo e o manejo clínico das pacientes com diagnóstico de trombofilia adquirida observa-se que metade delas (n=14) utilizou somente Heparina de Baixo Peso Molecular (HBPM) e a outra metade (n=14) utilizou HBPM associada ao ácido acetilsalicílico (AAS). Conclusões: Diante do desfecho do presente estudo, pode-se concluir que diante das taxas de diagnóstico de trombofilia adquirida e falha de implantação o uso de terapias combinadas entre heparina de baixo peso molecular e ácido acetilsalicílico se faz imprescindível para o sucesso gestacional.

Descrição

Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.

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