Análise do destreino sob o tempo de treinamento de um grupo de idosas

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Este estudo tem objetivo descrever a relação do destreino com o tempo de treinamento de idosas. A avaliação foi realizada através do Protocolo de GDLAM (Grupo de Desenvolvimento Latino-Americano para a Maturidade) que avalia capacidade funcional relacionada com capacidades físicas, avaliados através do tempo de realização de cada exercício específico. Foi analisado um grupo de 6 idosas, na faixa etária de 63 à 73 anos, divididos em grupos de tempo de treinamento (3 e 2 anos). Foi perceptível melhora nos resultados, com média 0,05 (± 0,32), 0,03 (± 1,63) em um ano, e -0,22 (± 0,46), -0,22 (± 1,08) em dois anos, em dois testes. Em três anos de treinamento houve diferença significativa estatisticamente no C10M, em 2 anos, com média 0,39* (± 0,27). Com 3 anos, teve melhora, não significativa estatisticamente, mas quando analisado do primeiro para o último ano é notório que há melhora nos resultados. Considerando ser um grupo de terceira idade em fase de perdas, quando não encontramos resultados que indiquem a perda, ou seja, não houve declínio das capacidades físicas avaliadas, se torna um ganho para ambos os lados, pois embora não tenha aumentado sua capacidade física, se entende que o idoso deixou de perder, o que seria algo natural de acontecer quando não investimos no exercício físico, reconhecendo assim o valor de uma vida saudável, postergando nossas limitações.

Descrição

Artigo apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Educação Física, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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