Caracterização química e biológica da associação entre nanopartículas de ouro e mibi na lesão de reperfusão cardíaca

dc.contributor.advisorPinho, Ricardo Aurino de
dc.contributor.authorTartuce, Ludimilla Pereira
dc.contributor.otherAndrades, Michael Everton
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2018-03-27T22:38:06Z
dc.date.available2018-03-27T22:38:06Z
dc.date.created2017
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.pt_BR
dc.description.abstractO infarto agudo do miocárdio (IAM) se caracteriza por uma interrupção do fluxo de sangue para uma região específica do coração trazendo consequência severas à saúde podendo levar a morte. Os processos celulares envolvidos na resposta tecidual, precisam de intervenção terapêutica para não evoluir para necrose local e afetar o entorno da região infartada, com posterior perda da função contrátil do músculo cardíaco. Nanopartículas de ouro (NPAu) tem sido empregadas com potencial efeito anti-inflamatória e a sua associação à moléculas-guia, como o sestamibi, pode ser um possível alvo terapêutico que reduza os riscos associados à lesão por isquemia-reperfusão. Deste modo, o objetivo do presente estudo foi caracterizar química e biologicamente a administração de nanopartícula de ouro (NPAu) ligado ao sestamibi sobre a lesão de reperfusão após isquemia cardíaca. Ratos Wistar (n= 104) de 3 meses de idade foram expostos ao infarto por bloqueio temporário da artéria descendente anterior por 30 minutos seguido por reperfusão com administração intraventricular de sestamibi-NPAu nas concentrações de 0,5, 1,0 e 3 μg/kg. Os animais foram acompanhados por 24 horas seguidos por eutanásia. O sangue foi retirado por punção ventricular para análises de CTN, AST, ALT, creatinina, e uréia e a região infartada e não-infartada foram cirurgicamente removidas para análises histopatológicas. Assim, a nossa hipótese é de que a administração NPAu associada ao sestamibi tenha efeitos protetores na lesão por reperfusão sem prejuízo a outros órgãos, devido a cardioseletividade do sestamibi, e que possamos esclarecer os mecanismos envolvidos neste contexto.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/5683
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectInfarto agudo do miocárdiopt_BR
dc.subjectNanopartículas de ouro - Uso terapêuticopt_BR
dc.subjectSestamibi - Uso terapêuticopt_BR
dc.subjectIsquemia miocárdica - Tratamentopt_BR
dc.subjectReperfusão miocárdica - Tratamentopt_BR
dc.titleCaracterização química e biológica da associação entre nanopartículas de ouro e mibi na lesão de reperfusão cardíacapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

Arquivos

Pacote Original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
LUDIMILA PEREIRA TARTUCE.pdf
Tamanho:
756.68 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format
Descrição:
Dissertação

Licença do Pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
1.71 KB
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição: