Lei do vinho artesanal e indicação geográfica: indutores de políticas públicas
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O vinho está presente na vida de muitos povos, tanto para a sua comercialização quanto para seu consumo. A agricultura familiar tem a função de manter a tradição do cultivo e produção de vinhos e, desta forma oferecer uma estabilidade econômica para estas famílias. A monografia presente tem como pergunta se a lei do vinho autoriza o poder público a implantar politicas publicas? E os objetivos é estudar as leis e decretos da lei do vinho artesanal, relacionar as questões de benefícios e oportunidades que as famílias de agricultores adquirem de acordo com as políticas públicas. Através de um estudo que envolva as características da agricultura familiar, politicas públicas e indicações geográficas tem a base para mostrar como essa comercialização e produção do vinho artesanal podem interferir na economia e vida do produtor local. A metodologia utilizada é a de pesquisa qualitativa e descritiva, e os meios de investigação foram bibliográficos e de estudo de caso. O resultado é uma comparação das leis e decretos relacionados à evolução das leis do vinho, tendo a finalidade de mostrar que embora a produção do vinho seja de pequena escala, e que os meios de produção sejam precários, sem incentivo adequados e tecnológicos, cabe às políticas públicas o papel de mudar esse cenário. Incentivar através de criações de procedências e denominações de origem dos produtos, oferecendo cartas de créditos para as famílias se manterem na agricultura. Com maior conhecimento, surge uma nova forma de empreender.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
