Correlação de biomarcadores com mortalidade em unidade de terapia intensiva

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Introdução: Com o objetivo de um manejo adequado do paciente séptico em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), rotineiramente são solicitados e coletados biomarcadores a fim de avaliar perfusão capilar, distribuição de oxigênio para os tecidos e a relação de liberação de gás carbônico entre sangue arterial e venoso. Objetivo: analisar a relação dos biomarcadores rotineiramente medidos (lactato, gap CO2 e saturação venosa central de oxigênio) com o desfecho mortalidade dos pacientes em UTI de um hospital de alta complexidade do Extremo Sul Catarinense. Métodos: dados coletados por meio de questionário autoral. Amostra selecionada foi de pacientes sépticos internados em UTI no ano de 2019. As análises inferenciais serão realizadas com um nível de significância α = 0,05 e, portanto, confiança de 95%. Resultados: Foram incluídos 416 prontuários, 56,5% do sexo masculino, com média de idade de 61,46 anos. Dados significativos para mortalidade ocorreram quando o lactato e o escore SOFA se mostraram elevados. Valor de SvcO2 e gap CO2 não apresentaram relevância estatística como preditores de mortalidade. Conclusão: Escore SOFA e o biomarcador lactato apresentam relevância estatística como preditores de mortalidade.

Descrição

Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.

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