Transtornos alimentares, imagem corporal e estado nutricional de adolescentes

dc.contributor.advisorSchäfer, Antônio Augusto
dc.contributor.authorSilva, Fernanda de Bittencourt da
dc.contributor.otherPerry, Ingrid Dalira Schweigert
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul de Santa Catarinapt_BR
dc.date.accessioned2019-06-05T13:31:07Z
dc.date.available2019-06-05T13:31:07Z
dc.date.created2019
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Saúde Coletiva (Mestrado Profissional) da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Saúde Coletiva.pt_BR
dc.description.abstractAdolescentes experimentam intensas mudanças biológicas, cognitivas, emocionais e sociais, sendo expostos a diversos fatores de risco à saúde. Por outro lado, na busca de sua autonomia, vivenciam um importante momento para adoção de novas práticas e comportamentos. Nesse contexto, o ambiente escolar poderia, por um lado, ser espaço de reprodução de comportamentos de risco; contudo, por outro, constituir lócus importante para detecção de riscos e promoção da saúde. Objetivos: Avaliar a associação da imagem corporal com risco para transtornos alimentares e estado nutricional em escolares. Métodos: Estudo transversal realizado com escolares de 10 a 19 anos de uma instituição Filantrópica do Extremo Sul Catarinense. Foram avaliadas, através de questionários, as variáveis demográficas, socioeconômicas, comportamentais e de saúde mental. Além disso, foram aferidas, por entrevistadores treinados, as medidas antropométricas. Realizouse análise descritiva das variáveis estudadas bem como análise bruta da associação entre percepção da imagem corporal, estado nutricional e risco de transtorno alimentar. Para avaliar as associações, foi utilizado teste de Qui-quadrado de Pearson considerando nível de significância de 5%. Para a realização das análises foi utilizado o programa SPSS versão 22.0. Resultados: Dos 279 escolares estudados, 27% deles foram classificados como tendo excesso de peso pela avaliação do índice de massa corporal. As prevalências foram maiores ao se avaliar o estado nutricional pelas pregas cutâneas e pela bioimpedância (33,9% e 29,6%, respectivamente). Observou-se também que os adolescentes que apresentavam excesso de peso estavam mais insatisfeitos com sua imagem corporal quando comparados aos que não tinham excesso de peso (82,4% vs 59,1%, respectivamente). Além disso, aqueles estudantes que foram classificados como tendo risco de transtorno alimentar apresentaram maior insatisfação com sua imagem corporal quando comparados aos que não tinham risco de transtorno alimentar (80,8% vs 61,2%, respectivamente). Conclusão: Independentemente do método utilizado para avaliar o estado nutricional, os adolescentes classificados com excesso de peso estão mais insatisfeitos com a sua imagem corporal. Além disso, a insatisfação corporal esteve também relacionada ao risco de transtornos alimentares. Desta forma, faz-se necessária à implementação de ações educativas nas escolas que visem prevenir a obesidade e, consequentemente, busquem uma melhor aceitação do corpo pelos adolescentes, garantindo, assim, melhor saúde e qualidade de vida desta população.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/6972
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDistúrbios alimentares em adolescentespt_BR
dc.subjectEstado nutricionalpt_BR
dc.subjectImagem corporalpt_BR
dc.titleTranstornos alimentares, imagem corporal e estado nutricional de adolescentespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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