Avaliação da Síndrome de Burnout em colaboradores de uma indústria alimentícia
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Introdução: A Síndrome de Burnout foi primeiramente descrita por Freudenberger em 1974, posteriormente definida como exaustão emocional, despersonalização e redução da realização pessoal. Essa síndrome pode ocorrer entre indivíduos que trabalham com alguma forma de interação social. Analisando o perfil desses trabalhadores é possível perceber que há sintomas psicológicos, fadiga e estresse associados, variando de acordo com o perfil sociodemográfico e os diferentes tipos de empregos. Objetivo: Este estudo foi feito para avaliar o padrão da Síndrome de Burnout em colaboradores de uma indústria alimentícia da Serra Catarinense. Métodos: A pesquisa contou com 37 participantes, os quais foram avaliados a prevalência de Síndrome de Burnout em colaboradores de uma indústria alimentícia. Foram aplicados o questionário Maslach Burnout Inventory, que é usado para avaliar a presença da síndrome em trabalhadores e um questionário, sociodemográfico. Resultados: A atual pesquisa não mostrou pontuações suficientes para o aparecimento de Síndrome de Burnout entre os trabalhadores dessa indústria, porém foi analisado que em relação ao sexo, o masculino apresenta maior pontuação (p = 0,006), em relação ao feminino. E que os setores de expedição e produção estão ligados a Burnout e despersonalização, respectivamente (p = 0,033). Conclusão: No presente estudo, é possível avaliar que sexo masculino tende a ter maiores escores para Síndrome de Burnout, em relação a mulheres, pois saúde mental ainda se mostra um estigma, além disso, o setor também é visto como desencadeador, pois a alta demanda está ligada a automatização dos trabalhadores.
Descrição
Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.
