Comparação entre dois métodos de aquecimento para melhora da amplitude articular de ginastas

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É comum ginastas utilizarem o alongamento para anteceder um treino de força, mas estudos não indicam essa prática como sendo benéfica. Este estudo busca verificar a efetividade do aquecimento ativo sobre a amplitude articular, observando por meio de testes de flexibilidade se o aquecimento ativo tem o mesmo efeito do alongamento na amplitude articular de ginastas. A amostra de n=21 foi dividida em G1 (treinadas), G2 (iniciantes) e G3 (não treinadas). Em todos os grupos foram analisados os movimentos de flexão e extensão de quadril, abdução de quadril, flexão e extensão de tronco e panché através do teste angular de flexibilidade ao final de três etapas: controle, intervenção 1 (alongamento) e intervenção 2 (aquecimento). G1 - houve diferença significativa de p ≤0,05 quando comparadas as etapas controle (C) e intervenção 2 (I2) em todos os movimentos analisados, sendo o aquecimento mais eficaz que o alongamento para este grupo; G2 - houve diferença significativa em 4 movimentos quando comparadas as mesmas etapas, mas o alongamento (I1) também ficou em evidência; G3 - tanto a I1 como a I2 demonstraram diferenças significativas quando comparadas com C. Pode-se concluir que o aquecimento ativo foi eficaz para atingir a amplitude articular de ginastas em todos os movimentos analisados, sendo mais significante que o alongamento. Para as iniciantes, o aquecimento ativo foi eficaz apenas em alguns movimentos, sendo ainda indispensável a utilização do alongamento específico. Para as não treinadas, a utilização do aquecimento ativo teve uma significância semelhante à utilização do alongamento.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do Grau de Bacharel, no Curso de Educação Física da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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