Prevalência do uso de psicoestimulantes entre acadêmicos de medicina de uma universidade do extremo sul catarinense

dc.contributor.advisorMadeira, Kristian
dc.contributor.authorFelizardo, Paula Rodrigues
dc.contributor.authorGhislandi, Paulo César Nuernberg
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2023-04-14T00:31:45Z
dc.date.available2023-04-14T00:31:45Z
dc.date.created2022-07
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractO melhoramento cognitivo pode ser definido como a amplificação ou a extensão das capacidades centrais da mente. Ele pode ser alcançado por meios farmacológicos com as famosas smart drugs ou melhoradores cognitivos. Os psicoestimulantes, quando bem indicados em quadros de doenças psiquiátricas, auxiliam na melhora da qualidade de vida dos pacientes. Contudo, nos casos em que não há indicação médica, o uso destes fármacos pode gerar inúmeros efeitos negativos. O presente estudo teve como objetivo avaliar a prevalência do uso de psicoestimulantes entre estudantes de medicina de uma Universidade localizada na região sul de Santa Catarina. Trata-se de um estudo observacional analítico transversal, com coleta de dados primários e abordagem quantitativa. Participaram da pesquisa acadêmicos do curso de medicina de uma Universidade do sul de Santa Catarina que responderam o formulário online enviado pela plataforma Google Forms. Os dados coletados foram analisados com auxílio do Software IBM Statistical Package for the Social Sciences (SPPS) versão 21.0. Participaram da pesquisa 227 acadêmicos de medicina, sendo que 68,7% dos participantes eram do sexo feminino, com idade entre 17 e 43 anos e média de 22,73 anos. Dos participantes da pesquisa, 83,7% afirmaram que já utilizaram psicoestimulantes em algum momento da vida, sendo que 75,7% do total de acadêmicos fez uso de cafeína, 35,6% de taurina, pó de guaraná 30,8%, Metilfenidato 14,5% e tabaco 11,8%. Apenas 12,3% relataram que possuíam receita médica para a ingestão de fármacos. Não houve diferença estatisticamente significativa na análise entre o perfil sociodemográfico dos acadêmicos que utilizaram e que não utilizaram psicoestimulantes. A prevalência do uso de psicoestimulantes entre estudantes de medicina de uma Universidade do sul de Santa Catarina foi de 83,7%.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/9709
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectMelhoramento cognitivopt_BR
dc.subjectMetilfenidatopt_BR
dc.subjectNootrópicospt_BR
dc.subjectEstudantes universitáriospt_BR
dc.subjectMemória do alunopt_BR
dc.titlePrevalência do uso de psicoestimulantes entre acadêmicos de medicina de uma universidade do extremo sul catarinensept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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