Concordância entre Instrumentos de estratificação de risco cardiovascular em pacientes geriátricos

dc.contributor.advisorKeller, Gabriela Serafim
dc.contributor.authorUbiali, Luana Ghisi
dc.contributor.authorColombo, Maria Paula Ronchi
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2023-04-20T19:18:21Z
dc.date.available2023-04-20T19:18:21Z
dc.date.created2022-12
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractFUNDAMENTO Pacientes idosos têm maior chance de desenvolver eventos cardiovasculares. As ferramentas para estratificação de risco servem como suporte médico para prevenir ameaças de evento cardiovascular e avaliar a elegibilidade do uso de estatina. OBJETIVOS Avaliar o grau de concordância entre instrumentos de estratificação de risco cardiovascular em pacientes entre 65 a 75 anos. MÉTODOS Estudo transversal, observacional, descritivo e analítico, com coleta de dados em 124 prontuários de pacientes atendidos em um ambulatório de Geriatria do Sul de Santa Catarina. Os dados analisados foram do período de 2017 a 2021 e os valores encontrados foram aplicados e classificados conforme as calculadoras de estudo. RESULTADOS Em todas as ferramentas, a maioria dos pacientes foi classificado como alto RCV. Houve discrepância quanto a SCORE2/SCORE-OP, pois se mostrou bastante sensível para ameaça de evento cardiovascular (99,2% dos pacientes classificados como alto risco). Os valores associam-se ao fato da amostra se basear em pacientes geriátricos, contendo a idade como fator independente de risco. Apenas na comparação entre as ferramentas da ACC/AHA e o escore de Framingham observou-se valor p significativo (p<0,001). CONCLUSÕES A estimativa de RCV e sua comparação em diferentes ferramentas de estratificação mostrou concordância importante entre as ferramentas do AHA e escore de Framingham, mas, ao avaliar a SCORE2/SCORE-OP observou-se menor correspondência com os outros escores, sobretudo quando comparados intermediário e baixo risco. É importante reconhecer a elegibilidade da maioria da amostra ao uso de estatina e que esse número não se assemelha com os indivíduos que fazem uso de hipolipemiantes.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/9752
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectIdosospt_BR
dc.subjectDoenças cardiovascularespt_BR
dc.subjectPrevenção de Doençaspt_BR
dc.subjectGeriatriapt_BR
dc.titleConcordância entre Instrumentos de estratificação de risco cardiovascular em pacientes geriátricospt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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