Perfil epidemiológico de pacientes atendidos com diverticulite aguda no pronto atendimento de um hospital de alta complexidade no extremo sul catarinense

dc.contributor.advisorBraz, Gabriele Leandro
dc.contributor.authorPille, Júlia Jersak
dc.contributor.authorSilva, Maria Eduarda Visintin
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2024-07-31T23:52:00Z
dc.date.available2024-07-31T23:52:00Z
dc.date.created2024-07
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractContexto: A diverticulite aguda é uma doença cada vez mais prevalente, sendo considerada um dos principais desafios para o sistema de saúde moderno. Este estudo teve como propósito delinear o perfil epidemiológico de indivíduos atendidos devido à diverticulite aguda, visando aprimorar o conhecimento dos profissionais de saúde sobre essa condição. Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico de pacientes com diverticulite aguda atendidos no pronto atendimento de um hospital de alta complexidade no Extremo Sul Catarinense dos anos de 2019 a 2022. Métodos: Trata-se de um estudo transversal descritivo, em que foram avaliadas características de 170 pacientes com diverticulite aguda. As informações foram obtidas por meio de prontuários, dos quais foram coletados dados sobre idade, sexo, tabagismo, comorbidades associadas e medicações em uso. Resultados: A idade média dos pacientes com diverticulite aguda foi de 62,83 anos, sendo 51,2% do sexo masculino e 48,8% do sexo feminino. Entre esses pacientes, 14,7% eram tabagistas, 7,6% ex tabagistas, e 15,3% não fumavam, enquanto 62,4% da amostra tinha essa informação ausente. A hipertensão arterial foi a comorbidade mais prevalente (57,1%), seguida por Diabetes Mellitus tipo 2 (27,1%). Entre os medicamentos mais utilizados, 28,2% usavam bloqueadores do receptor de angiotensina, 22% utilizavam inibidores da enzima conversora de angiotensina, 17,6% faziam uso de beta-bloqueadores (17,6%), e 17,1% diuréticos. Conclusão: O perfil epidemiológico da diverticulite aguda revelou maior prevalência em indivíduos com idade superior a 60 anos, do sexo masculino e tabagistas. As comorbidades mais incidentes incluíram hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e dislipidemia. Quanto aos medicamentos, os mais prevalentes foram os bloqueadores do receptor de angiotensina, Inibidores da enzima conversora de angiotensina, beta bloqueadores e a metformina.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/10945
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDiverticulitept_BR
dc.subjectDoença diverticularpt_BR
dc.subjectDivertículo colônicopt_BR
dc.subjectColonoscopiapt_BR
dc.titlePerfil epidemiológico de pacientes atendidos com diverticulite aguda no pronto atendimento de um hospital de alta complexidade no extremo sul catarinensept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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