Da (in) condicionalidade da ação penal pública sob a ótica do Artigo 16 da Lei nº 11.340/2006

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O presente estudo tem por escopo a análise acerca da interpretação dada pelo Supremo Tribunal Federal ao artigo 16 da Lei nº 11.340/2006 – Lei Maria da Penha – que assentou caráter incondicional à propositura de Ação Penal em determinados casos de violência contra a mulher no ambiente familiar. O trabalho tem por finalidade precípua, excetuando o conteúdo legal, a compreensão do cenário nacional atual no que diz respeito a matéria. Para tanto assinala pontos no que tange à gênese do tema, sobretudo no que concerne ao contexto histórico, onde abarca pensamentos passados e hodiernos acerca da matéria, explanando e elucidando de forma clara e cristalina o tema proposto. A problematização do tema, analisada por meio do entendimento jurisprudencial do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 4.414 pelo Supremo Tribunal Federal é dividida em três capítulos, sendo aplicado, para tanto, o método hipotético-dedutivo. As técnicas de pesquisa utilizadas são: pesquisa bibliográfica, documental e legal. O primeiro capítulo faz um estudo acerca de como se dá os procedimentos no âmbito criminal, da instauração do inquérito policial e seus procedimentos, assim como a instrução criminal, reportando-se à matéria proposta pelo acadêmico. O segundo capítulo faz um apanhado histórico no que tange ao papel da mulher no cenário social trazendo à baila as formas de violência doméstica contra a mulher em consonância com a redação da Lei nº 11.340/2006. O terceiro e último capítulo pontua acerca dos procedimentos extrajudiciais e judiciais tutelados pela Lei Maria da Penha fazendo uma análise conjunta ao julgamento da ADIn nº 4.424 pelo Supremo Tribunal Federal.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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