Um estudo sobre convulsões pediátricas em um pronto atendimento hospitalar privado no sul de Santa Catarina

dc.contributor.advisorFagundes, Glauco Danielle
dc.contributor.authorRocha, Márcia Rebelo da
dc.contributor.authorSilva, José Junior Guedin da
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2023-04-17T22:57:45Z
dc.date.available2023-04-17T22:57:45Z
dc.date.created2022-07
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractObjetivo: Analisar os atendimentos, através de prontuários eletrônicos, de pacientes pediátricos com quadro de crise convulsiva em um pronto atendimento de um hospital privado do Sul de Santa Catarina nos anos de 2018 a 2020. Métodos: Serão analisados os prontuários eletrônicos de pacientes pediátricos com quadro de crise convulsiva em um pronto atendimento de um hospital privado do sul de Santa Catarina entre os anos de 2018 e 2020; sendo as variáveis coletadas: características epidemiológicas e sociodemográficas, características clínicas, diagnósticos e desfechos. Resultados: No período da pesquisa, os atendimentos incluídos neste estudo corresponderam a 0,21% de todos os atendimentos do departamento de emergência em questão, totalizando 182 casos. Destes, em 63,7% dos atendimentos os pacientes eram do sexo masculino, em 95% tinham cor de pele branca e a mediana de idade observada foi de 3,21 (1,50 - 5,83). Quanto à apresentação no pronto atendimento, em 79,5% das consultas os pacientes se encontravam no período pós-ictal, em 49,1% as crianças já faziam uso de anticonvulsivante regularmente e em 54,3% possuíam algum tipo de diagnóstico neurológico prévio. Por fim, em 30,5% dos atendimentos foi necessário o uso de medicações para cessamento da crise convulsiva e em 19,4% dos casos os pacientes necessitaram de internação hospitalar. Conclusões: Neste estudo realizado em um pronto atendimento de um hospital privado do Sul de Santa Catarina, a maioria das convulsões ainda são decorrentes de pacientes que já possuem o diagnóstico de epilepsia, porém sem remissão total das crises apesar de possuírem um tratamento contínuo subjacente.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/9727
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectCrises Convulsivaspt_BR
dc.subjectCrises Convulsivas Febrispt_BR
dc.subjectCrises Epiléticaspt_BR
dc.subjectEpilepsiapt_BR
dc.subjectMedicina de Emergência Pediátricapt_BR
dc.titleUm estudo sobre convulsões pediátricas em um pronto atendimento hospitalar privado no sul de Santa Catarinapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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