Arte e memória: abrindo a caixa de fotografias

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As histórias por trás das fotografias nem sempre são evidentes apenas se obsevando a imagem. As que eu não compreendia eram as minhas preferidas, pois sabia que poderia ouvir essas histórias de meus avós. Tais histórias, e tantas outras se encontram dentro de um caixa, guardada por minha família a anos. A partir dessas memórias e suas relações com a arte, surgiu esta pesquisa, intitulada Arte e memória: abrindo a caixa de fotografias, que se insere na linha de pesquisa de Processos e Poéticas do curso de Artes Visuais - Bacharelado. Tem natureza básica, aborda o problema de forma qualitativa e os objetivos de forma exploratória. Busca responder de que forma materializar artisticamente as relações entre arte, memória e fotografia, utilizando como referência a caixa de fotografias de minha família. Para alcançar tal objetivo, dialoga sobre conceitos de Arte com Coli (2006) e Gombrich (1985), Fotografia com Dubois (1993) e Soulages (2010), Memória com Canton (2009), Burke (2000) e Bosi (1994), entre outros. Trata-se de uma pesquisa em arte. O processo de uma produção artística enquanto processo de pesquisa. Esta produção, tem como objetivo representar o momento poético de abrir uma caixa, ou álbum, de fotografias. Desse modo, aborda os registros fotográficos em uma instalação, disponibilizada de forma que as relações existentes entre memória, arte e fotografia se (entre)cruzam no olhar do espectador, alguém que enquanto olha resignifica o que está posto.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Artes Visuais da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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