Pneumonia associada à ventilação mecânica em unidade de terapia intensiva adulto do sul catarinense
| dc.contributor.advisor | Mendes, Rafael Garbelotto | |
| dc.contributor.author | Borges, Heloísa Fernandes | |
| dc.contributor.author | Freitas, Maria Luísa Scarduelli | |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2023-09-05T23:39:56Z | |
| dc.date.available | 2023-09-05T23:39:56Z | |
| dc.date.created | 2023-07 | |
| dc.description | Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina. | pt_BR |
| dc.description.abstract | OBJETIVO: Identificar o perfil epidemiológico e clínico de pacientes internados que desenvolveram pneumonia associada à ventilação mecânica em uma unidade de terapia intensiva adulto. MÉTODOS: Foram avaliados 47 prontuários de pacientes internados em uma unidade de terapia intensiva adulto, no mês de agosto de 2021 à julho de 2022, que desenvolveram pneumonia associada à ventilação mecânica. Foram coletadas variáveis clínicas e epidemiológicas, relacionadas às características da secreção traqueal e comorbidades do paciente. Os dados coletados foram analisados com auxílio do software SPSS versão 21.0. As variáveis quantitativas foram expressas por meio de mediana e amplitude interquartil (com correção de Tukey) quando não apresenta distribuição Normal e por média e desvio padrão quando segue esse tipo de distribuição. As variáveis qualitativas foram expressas por meio de frequência e porcentagem. Os testes estatísticos foram realizados com um nível de significância α = 0,05. RESULTADO: Foram estudados 47 pacientes. A média de idade foi de 56,47%, houve predomínio do sexo masculino com 63,8%, e cerca de 72,3% dos pacientes apresentavam algum tipo de comorbidade. Em relação ao tempo de internação hospitalar e em UTI, a média foi de 26 dias e 19 dias, respectivamente. Os pacientes, em média, permaneciam 20 dias com a VMI. No que se refere ao motivo da ida à UTI, o mais prevalente foi pós-operatório com 29,8% dos pacientes. A cultura foi positiva em 37 pacientes, e os patógenos mais prevalentes encontrados foram Klebsiella pneumoniae , com 62,2% e Staphylococcus coagulase negativo, com 24,3%. CONCLUSÃO: Observou-se maior prevalência de PAV no sexo masculino, em pacientes com idade superior a 50 anos, que apresentavam pelo menos uma comorbidade. O tempo médio de internação em UTI foi de 26 dias, bem como o uso de VMI, que obteve uma média de 20 dias. Os agentes mais prevalentes foram Klebsiella pneumoniae e Staphylococcus coagulose negativa, responsáveis por 70,3% e 62,2% dos casos de PAV, respectivamente. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/10309 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Ventilação mecânica | pt_BR |
| dc.subject | Insuficiência respiratória | pt_BR |
| dc.subject | Respiração artificial | pt_BR |
| dc.subject | Perfil epidemiológico dos pacientes | pt_BR |
| dc.subject | Pneumonia associada à ventilação mecânica | pt_BR |
| dc.title | Pneumonia associada à ventilação mecânica em unidade de terapia intensiva adulto do sul catarinense | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
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