Entre jardins e rios: um olhar poético sobre a formação sensível e estética dos artistas professores catarinenses e a poética natural de suas produções

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Nesta pesquisa, caminho pela sutileza dos encontros entre arte e natureza, em busca daquele fio sensível que tece o olhar do artista contemporâneo catarinense. A paisagem não é apenas cenário, mas matéria e espírito, um espaço onde o visível e o invisível dançam juntos, convidando o artista a criar com os elementos da terra. Guiado pelas reflexões de Katia Canton, Michel Ribon, Fernando Cocchiarale e Manoel de Barros, desvendo as nuances do fazer artístico e do sentir poético, enquanto ouço, por meio de entrevistas e cartas, as vozes de Hilda Maziero e Leandro Jung, que revelam um caminho de matéria e alma, onde a docência pulsa como extensão da arte. Com base nesse percurso cartográfico, exploro o problema central: Qual o lugar da natureza na produção artística contemporânea e sua relação com a formação sensível e estética dos artistas professores? Como objetivo, investigo o lugar da natureza na formação sensível e estética desses artistas, discutindo o que é a natureza neste contexto, compreendendo essa formação na arte e na educação, analisando os seres artistas dentro e fora de seus jardins, e apresentando a arte contemporânea e suas implicações como uma prática de reencontro com o essencial.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de licenciado no curso de Artes Visuais Licenciatura da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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