Frequência de sintomas depressivos nos estudantes da área da saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense

dc.contributor.advisorMorais, Fabio Almeida
dc.contributor.authorPaulin, Carolina Policeno
dc.contributor.authorReis, Giovanna Amboni dos
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2019-04-09T13:27:23Z
dc.date.available2019-04-09T13:27:23Z
dc.date.created2018-12
dc.descriptionArtigo apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Medicina, da Universidade do Extremo Sul Catarinense- UNESC.pt_BR
dc.description.abstractObjetivo: Avaliar a prevalência de sintomas depressivos nos acadêmicos dos cursos da área da saúde nos semestres do início, meio e fim da graduação. Métodos: Foram avaliados 353 alunos dos cursos da área da saúde distribuídos de forma proporcional ao número de alunos por curso. Para a análise da sintomatologia depressiva foi aplicado o “Inventário de Depressão de Beck” (IDB) juntamente com um questionário psicossocial analisados através do cruzamento de dados do SPSS. Os acadêmicos foram escolhidos de acordo com os números ímpares da folha de chamada, onde nos casos de ausência ou impossibilidade de responder, foi escolhido o número logo abaixo. Resultados: O IDB variou de 0 a 63. Sendo que 55,8% foram classificados como sem sintomatologia depressiva, 26,6% apresentavam sintomatologia leve/moderada, 13,6% moderada/grave e 4% severa. Ou seja, 44,4% dos acadêmicos da área da saúde apresentam algum grau de sintomas depressivos de acordo com o IDB. A análise de dados do IDB com o questionário psicossocial mostrou a prevalência dos sintomas depressivos maior em mulheres, independente do curso ou fase. Apresentou também associação de sintomas depressivos mais severos naqueles com baixa renda familiar. Conclusão: A frequência da sintomatologia depressiva durante os anos acadêmicos sugerem que esse transtorno não se limita a semestres específicos. O simples ingresso na faculdade se torna fator de risco para o desenvolvimento desses sintomas. De acordo com o IDB mostrou-se que o curso de Odontologia apresenta o maior número de alunos sem depressão. A Nutrição o maior número de estudantes com depressão leve/moderada. Biomedicina com depressão moderada/grave e a Enfermagem com depressão severa.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/6740
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDepressão – Sintomaspt_BR
dc.subjectEstudantes das áreas da saúdept_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectPsicoterapiapt_BR
dc.titleFrequência de sintomas depressivos nos estudantes da área da saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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