Frequência de alterações mamográficas em uma clínica de diagnóstico por imagem no extremo sul de Santa Catarina.

dc.contributor.advisorSilveira, Gustavo Coral
dc.contributor.authorFeldmann, Luiza Crozeta
dc.contributor.authorJacques, Nicoly de Souza
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2018-11-08T10:20:05Z
dc.date.available2018-11-08T10:20:05Z
dc.date.created2018-07
dc.descriptionArtigo apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Medicina, da Universidade do Extremo Sul Catarinense- UNESCpt_BR
dc.description.abstractO câncer de mama é considerado o mais frequente tumor maligno entre as mulheres, excetuando-se os cânceres de pele não melanoma. A mortalidade pela doença tem sido reduzida devido a programas de rastreamento utilizando mamografia. Foram analisados, neste estudo, 3748 laudos mamográficos, no período de julho a dezembro de 2017, a fim de estimar a frequência dos achados mamográficos dentro da classificação BI-RADS e sua relação com idade. A faixa etária predominante no estudo foi a de 50 a 60 anos incompletos (43,3%), e as principais categorias da classificação BI-RADS foram as sugestivas de benignidade (1 ou 2), correspondendo a 90,2%. A correlação, conforme análise de resíduo, entre faixa etária e classificação BI- RADS mostrou associação entre pacientes com idade inferior a 40 anos e BI-RADS 4c (0,9%), menores de 50 anos com BI-RADS 1 (41,3%) e pacientes com mais de 50 anos apresentando BI-RADS 2 (65,9%). Logo, foi possível concluir que as taxas sugestivas de benignidade são altas nos laudos mamográficos estudados, e a maioria das mulheres tem seu início de rastreio com 50 anos de idade, seguindo os critérios de rastreamento. Entretanto, como grande parte das pacientes na pesquisa se enquadra nesta faixa, é possível que aquelas com idade inferior sejam subdiagnosticadas, por serem pouco avaliadas. Além disso, sabendo que a mortalidade foi reduzida ao longo do tempo com a implementação desse rastreamento, devem ser continuadas medidas de incentivo no local do estudo, na tentativa de evitar detecção da doença tardia e atraso no início do tratamento.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/6360
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectMamografiapt_BR
dc.subjectCâncer de mamapt_BR
dc.subjectDoenças – Fatores etáriospt_BR
dc.titleFrequência de alterações mamográficas em uma clínica de diagnóstico por imagem no extremo sul de Santa Catarina.pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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