Avaliação do uso do Omeprazol endovenoso em um hospital de alta complexidade da região sul de Santa Catarina

dc.contributor.advisorBecker, Smile Calisto da Costa
dc.contributor.authorBischoff, Laura Marcon
dc.contributor.authorFaraco, Laura Savi Mundi
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2022-05-20T21:45:54Z
dc.date.available2022-05-20T21:45:54Z
dc.date.created2019-12
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractINTRODUÇÃO: Atualmente, o uso endovenoso (EV) dos inibidores de bomba de prótons (IBPs) é indicado em poucas situações, como em casos de hemorragia digestiva alta ou impossibilidade de recebê-los via oral. Há diversos estudos mostrando o uso excessivo desse fármaco, na forma EV, desnecessariamente e acarretando altos custos aos hospitais. Entretanto, até o momento, há poucos dados sobre sua utilização no Brasil. OBJETIVO: avaliar as indicações, posologias, duração do tratamento e custos das prescrições de omeprazol EV. MÉTODOS: Estudo observacional retrospectivo de 333 pacientes que receberam omeprazol EV entre julho a dezembro de 2018 em um hospital de alta complexidade da região sul de Santa Catarina. RESULTADOS: A indicação de uso do omeprazol EV foi considerada apropriada em somente 41,9% dos casos; 70,9% dos prontuários continham doses inadequadas e 68,4% apresentavam duração inadequada. A prescrição esteve totalmente adequada em apenas 23,4% das prescrições analisadas. O medicamento foi administrado principalmente em casos de suspeita de hemorragia digestiva alta (HDA) (19,1%) e profilaxia de úlcera de estresse em paciente com alto risco de HDA impossibilitado de receber via oral (18,7%), sendo iniciado na maioria das vezes por médicos da unidade de terapia intensiva (39,7%). Nos casos em que o omeprazol EV foi iniciado por suspeita de HDA, apenas 62,3% realizaram endoscopia digestiva alta, 3,3% realizaram cirurgia e 34,4% não realizaram procedimento algum para confirmar presença de sangramento gastrointestinal alto. Dos pacientes analisados, 69 (21,6%) evoluíram a óbito, e observou-se associação entre os casos que evoluíram a óbito e prescrição adequada (p<0,001). O custo estimado do total de ampolas prescritas inadequadamente foi de R$ 7123,20. CONCLUSÃO: Houve um elevado número de prescrições de omeprazol EV inadequadas no hospital estudado, acarretando um custo elevado para a instituição.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/9176
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectOmeprazol - Utilizaçãopt_BR
dc.subjectMedicamentos – Utilizaçãopt_BR
dc.subjectMedicamentos – Dosagempt_BR
dc.subjectMedicamentos – Administraçãopt_BR
dc.subjectInfusões Intravenosaspt_BR
dc.subjectInibidores da bomba de prótonspt_BR
dc.titleAvaliação do uso do Omeprazol endovenoso em um hospital de alta complexidade da região sul de Santa Catarinapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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