Prevalência de cefaleia em acadêmicos do Curso de Medicina em uma universidade do extremo sul de Santa Catarina

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Introdução: A cefaleia é uma queixa frequente nos jovens estudantes e, o prejuízo gerado por essa dor pode implicar em declínio em diferentes âmbitos da vida, inclusive nos estudos. Diversos estudos apontam características potencialmente perigosas para que a educação médica seja estressante, dentre elas, cita-se a alta carga horária, a quantidade de informações densas e o alto índice de cobrança dentro e fora do ambiente acadêmico. Objetivo: Conhecer a prevalência de cefaleia em acadêmicos de medicina de uma universidade do extremo sul de Santa Catarina. Métodos: Estudo transversal com coleta de dados primários. A população foi constituída por alunos do primeiro ao décimo segundo semestre do curso de Medicina, da Universidade do Extremo Sul Catarinense – Unesc, de Agosto a Novembro de 2020. Resultados: Observou- se que o número de indivíduos com cefaleia correspondeu a 70,2% da amostra. Para os indivíduos que possuem cefaleia, a intensidade subjetiva relatada da dor corresponde a muito fraca em 2,2%, fraca em 19,1%, moderada em 51,9%, forte em 21,3% e muito forte em 5,5% dos participantes. Ao se analisar o gênero dos participantes, o sexo feminino apresentou mais dores de cabeça quando comparado ao sexo masculino (p<0,001). Conclusões: A prevalência da dor de cabeça nos estudantes médicos em mais da metade da amostra interfere em atividades cotidianas de estudo, trabalho e exercícios.

Descrição

Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.

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