Frequência microbiológica e perfil de resistência/sensibilidade a antimicrobióticos de bactérias causadoras de infecção do trato urinário na região de Criciúma

dc.contributor.advisorMichelon, Cleonice Maria
dc.contributor.authorFerreira, Anderson Schmidt
dc.contributor.authorNovelli, Maurício Luiz
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2019-12-09T19:55:57Z
dc.date.available2019-12-09T19:55:57Z
dc.date.created2015-12
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractEste trabalho visou determinar a frequência de bactérias causadoras de infecções do trato urinário (ITU) de origem comunitária, avaliando laudos de uroculturas coletadas da região de Criciúma e analisando o perfil de sensibilidade e resistência aos antimicrobianos mais utilizados na prática clinica através de antibiogramas avaliando possíveis diferenças regionais, ou entre a idade e o gênero dos pacientes . Observou-se um predomínio de Escherichia coli, Enterobacter sp. e Proteus sp.com diferentes perfis de sensibilidade entre as localidades analisadas.Os antimicrobianos com maior eficácia in vitro foram das classes dos aminoglicosideos, fluorquinolonas e cefalosporinas de terceira geração, enquanto os menos efetivos foram os antimicrobianos com espectro para Gram positivos, pois a grande maioria das cepas isoladas pertenciam aos Gram negativos entéricos. Na maioria das comparações entre faixa etária e antimicrobianos utilizados não houve diferença significativa entre o perfil de resistência bacteriana. Já as cepas de E. coli e Proteus sp. tiveram padrões de resistência as fluorquinolonas maiores em pacientes mais idosos. Constatou-se a presença de cepas resistentes aos antimicrobianos mais utilizados na prática clínica mesmo em pequenas cidades, demonstrando ser necessária a confirmação diagnóstica através de uroculturas especificas com antibiogramas sempre que possível para direcionar a terapia antimicrobiótica ou utilizar perfis epidemiológicos locais para orientar a terapia empírica inicial e assim evitar o uso prolongado ou indiscriminado de antimicrobianos de amplo espectro quando estes não são necessários e diminuindo a seleção de cepas resistentes.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/7368
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectUropatógenospt_BR
dc.subjectInfecção do trato urináriopt_BR
dc.subjectResistência microbianapt_BR
dc.titleFrequência microbiológica e perfil de resistência/sensibilidade a antimicrobióticos de bactérias causadoras de infecção do trato urinário na região de Criciúmapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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