Influência do processo de recompensar pessoas na motivação dos funcionários: estudo de caso do setor metalúrgico
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Na atual economia globalizada, onde as organizações estão cada vez mais competitivas na busca por um lugar menos instável comparativamente aos seus concorrentes, os indivíduos tornam-se elementos essenciais para o incremento de estratégias voltadas a maximização de valores distintivos percebidos pelos clientes. Entretanto, não basta apenas contratar mão de obra e pagá-las pela “média de mercado” como hoje é praticado no setor metalúrgico da região sul de Santa Catarina. É necessário reter e desenvolver os profissionais com os conhecimentos, habilidades e atitudes alinhados à estratégia organizacional, gerenciando os identificados talentos em cada área. As gestões destes talentos constroem o capital humano considerado um ativo, inicialmente intangível, mas desde sempre valioso para o alcance dos objetivos estratégicos pretendidos. São processos importantes da gestão de talentos, a recompensa dos esforços e a motivação para a superação da rotina e alcance das metas. Em pesquisa teórica bibliográfica, pode-se identificar uma escola que sugere ser a remuneração um fator de influência nos resultados de produção e motivação. Porém, a área de Gestão de Pessoas tem enfrentado desafios para a gestão destes elementos organizacionais para a motivação e, algumas empresas optam por não implantá-los. Neste contexto, surge a questão de pesquisa: Qual a real influência do processo de recompensar pessoas para a motivação dos funcionários? Para responder a esta questão, definiu-se como objetivo analisar a influência do processo de recompensar pessoas sobre a motivação dos funcionários. Foi desenvolvida uma pesquisa teórica aplicada com base nos estudos de Alvarães e Ripardo (2013) e nas teorias dos dois fatores de Herzberg (1959) e na teoria da hierarquia das necessidades humanas de Maslow (1943). Encontraram-se informações que apontaram a subdivisão do processo de recompensar pessoas em remuneração básica, benefícios e incentivos salariais. Pode-se concluir que bibliograficamente o salário é um fator higiênico, isto é, sua presença remove a insatisfação e sua ausência provoca-a, sendo assim, não é consenso na literatura científica que o salário é um fator motivacional, entretanto através da pesquisa a campo, pode-se concluir que o salário é um grande fator motivacional. Como contribuição deste estudo, destaca-se a criação do tema abordado, tal como, a construção de um instrumento de pesquisa para o levantamento de dados.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Administração de Empresas da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
