A pessoa jurídica como consumidora: um estudo à luz das teorias maximalista, finalista e finalista aprofundada

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O presente estudo visa analisar a problemática da consideração da pessoa jurídica como consumidora. Utilizou-se o método de pesquisa indutivo, em pesquisa teórica e qualitativa, com emprego de material bibliográfico e documental legal. Verificou-se que a Constituição Federal garante a proteção do consumidor como direito fundamental, bem como que o Código de Defesa do consumidor configura-se como microssistema que dispõe os direitos ao consumidor. Em seguida, constatou-se o conceito jurídico dos sujeitos da relação de consumo, quais sejam fornecedor e consumidor, bem como as espécies de vulnerabilidade do consumidor, que são técnica, jurídica, política, fática ou socioeconômica e informacional, bem como o objeto da relação consumerista, produto ou serviço. Após, no terceiro capítulo verificou-se que a doutrina e jurisprudência abordam de três formas o alcance do termo “destinatário final” trazido pelo Código de Defesa do Consumidor, quais sejam as teorias maximalista, finalista e finalista aprofundada. Revela a pesquisa que o entendimento jurisprudencial do Tribunal de Justiça de Santa Catarina aplica preferencialmente a corrente do finalismo aprofundado, analisando a vulnerabilidade do consumidor em cada caso concreto.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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