Consumo de alimentos congelados por indivíduos frequentadores de supermercados

dc.contributor.advisorSouza, Maria Cristina Gonçalves de
dc.contributor.authorBrognoli, Mariani Lima
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2012-05-25T19:11:37Z
dc.date.available2012-05-25T19:11:37Z
dc.date.created2010-12
dc.date.issued2012-05-25
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do Grau de Bacharel no Curso de Nutrição da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractO padrão do consumo alimentar da população brasileira vem sofrendo modificações ao longo dos últimos anos. Com a mudança dos hábitos alimentares, houve um aumento no consumo de alimentos industrializados, entre eles estão os alimentos congelados. Estes alimentos estão cada vez mais ganhando espaço no mercado alimentício, pois o congelamento se caracteriza por ser uma técnica de conservação altamente confiável, onde há pouca perda nas características organolépticas. O objetivo deste trabalho foi de verificar o consumo de alimentos congelados por indivíduos freqüentadores de um supermercado, no município de Criciúma (SC). Este estudo caracterizou-se como sendo do tipo descritivo de campo, de corte transversal com abordagem quantitativa. A pesquisa foi realizada em um supermercado de grande porte no município de Criciúma – SC. Para a coleta de dados, foi elaborado um formulário tipo estruturado aplicado na forma de entrevista, contendo questões que avaliaram o consumo alimentos congelados, totalizando 180 entrevistas. Para análise de dados utilizou-se os programas Microsoft Office Excel 2007 e o programa SPSS versão 17 respectivamente. Com relação ao perfil dos consumidores de alimentos congelados, predominaram pessoas do sexo feminino (68,9%), com faixa etária entre 45 a 69 anos (45,6%), casados (72,8%) e pessoas apresentando Ensino Superior Completo/Pós Graduação (40%). Quanto ao consumo de alimentos congelados, os mais adquiridos foram os produtos cárneos (39,4%), pizzas (33,3%), lasanhas (9,4%) e batatas palito congeladas (9,4%). Foi verificado a maior freqüência do consumo dos mesmos, onde, 38% consomem os produtos cárneos de 1-3/mês, 45% consomem pizza 1 vez na semana, 58,8% consomem a lasanha 1-3/mês e 41,2% consomem a batata palito congelada de 2-4/semana. Os motivos da compra dos produtos mais relatados foram: pela praticidade (51,1%), pelo sabor (30%) e a preferência dos filhos/netos (8,8%). Das pessoas entrevistadas, 79% afirmaram que os alimentos congelados não trazem benefícios a saúde. Quanto aos malefícios, 60% dos entrevistados acreditam que o consumo de alimentos congelados possa gerar algum dano a saúde futuramente. Conclui-se que os alimentos congelados mais consumidos são os industrializados e a maioria desses alimentos não possui componentes benéficos a saúde. Pessoas que consomem freqüentemente alimentos industrializados congelados estão mais susceptíveis a desenvolverem DCNT. Os alimentos industrializados já estão incorporados nos hábitos alimentares da maioria das pessoas. Desta forma, é importante inserir o profissional nutricionista nas empresas alimentícias, atuando como promotor de saúde, auxiliando na elaboração de produtos e preparações mais saudáveis.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/146
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectConsumo de alimentospt_BR
dc.subjectAlimentos industrializadospt_BR
dc.subjectAlimentos congeladospt_BR
dc.titleConsumo de alimentos congelados por indivíduos frequentadores de supermercadospt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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