“Já sofri racismo na escola": Entre o combate ao racismo e a Lei n° 10.639/03 em uma escola pública do sul de Santa CatarinaARINA

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Instigada pela necessidade de compreender o racismo estrutural envolvido na sociedade brasileira, em especial dos catarinenses, o presente trabalho procura problematizar a ausência de políticas de ações afirmativas existentes nas escolas de Santa Catarina e o reflexo da falta de fiscalização para a execução da Lei n° 10.639/03, que torna obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira nos estabelecimentos da educação básica. Pois, percebido que mesmo após 134 anos do fim da escravidão, instituição mais longa de caráter racista existente, os reflexos da dicriminação étnico-racial ainda são evidentes no Brasil. Por isso, a escola como ambiente de promoção do conhecimento tem papel fundamental para garantir o combate da discriminação racial. Para tal, foram colhidas respostas de 90 alunos da rede estadual de Santa Catarina, por meio de um questionário que contribuiu como resposta para o que intitula este artigo: “Já sofri racismo na escola”, e nas obras de Nilma Lino Gomes (2019), José Rivair Macedo (2020), Antônio César Sprícigo (2007), Frantz Fanon (1983), Chimamanda Ngozi Adichie (2009), entre outros e a Lei n°10.639/03, que servirão de apoio para apresentar meios de manutenção e ressignificação do ensino de História da Cultura Afro-Brasileira. Essa pesquisa tem como foco encontrar fundamentos para os problemas raciais encontrados na prática.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Licenciatura no curso de História da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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