A SIDA como fator de invalidez: um estudo doutrinário e jurisprudencial acerca da (im)possibilidade da aposentadoria por invalidez permanente do servidor público
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Este trabalho tem o condão de caracterizar, de forma sucinta, o sistema previdenciário no tocante ao portador da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida sob o viés de confrontar os critérios utilizados na concessão, ou não, do benefício da aposentadoria por invalidez permanente ao servidor público civil, abordando a evolução do entendimento jurisprudencial do sistema brasileiro, além de inserir brevemente o conceito desta doença e suas características. É alvo deste estudo a forma com que os magistrados têm visto a SIDA, abordando o reflexo social por esta causada, bem como os aspectos que são característicos da espera prolongada das decisões destes. Sob o viés do princípio da dignidade da pessoa humana auferimos a disparidade entre os entendimentos tidos pelos TRFs e pelo STJ, adotando como metodologia a dedução para análise destas decisões culminando que, o entendimento firmado no STJ é o de objetivar a concessão da aposentadoria aos portadores da SIDA, assintomáticos ou não, contrário ao método utilizado pelos TRFs.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
