Lugares que habitam corpos; corpos que ocupam espaços: quais caminhos possíveis para a formação estética e sensível do sujeito pela experiência em espaços de cultura?

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A pesquisa apresentada busca caminhos possíveis, por meio de conceitos teóricos e produções visuais, entre a relação da ocupação dos espaços de arte e cultura na cidade de Araranguá com a formação humana por meio da experiência sensível. Utilizando do método da cartografia, traz narrativas de entrevistas com frequentadores dos locais de cultura como Museu Histórico de Araranguá, Casa da Fraternidade, Ateliê Calle 7, Galpão Cultural e do evento Independência e Arte, trilha e revisita os locais em uma série fotográfica intitulada Dissolução do Corpo-lugar para discutir sobre educação e arte nos espaços não formais, ampliar os estudos sobre estética e mapear os lugares de cultura. Para isso, utiliza do conceito de experiência de Larrosa, Corpografia de Jacques, Professores Andarilhos da Cultura de Celeste e Martins e baseada também nos estudos de educação não formal de Gohn.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Licenciado, no curso de Artes Visuais Licenciatura, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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